熱門搜索

CONSTRUIR · PARTILHAR · LEGAR

O website lançou o Programa de partilha de imagens "Minha Memória de Macau – 2026", esperamos incentivar mais cidadãos a valorizarem os detalhes da nossa cidade, explorando e partilhando mais recursos históricos e memória da vida.

>>Ir à página

Mais

"Memórias de Macau" lança a edição para download do calendário eletrónico "Afetos pela Zona Norte de Macau" de 2026, convidando a explorar e saborear a transformação e o charme da Zona Norte, revivendo a sinceridade e o calor da vida comunitária!
Download agora Calendário

Mais

Os termos e serviços do website “Memória de Macau” já foram atualizados. Clique >>consultar para conhecer o novo conteúdo. O contínuo de uso significa que os aceitou. Em caso de dúvida, seja bem-vindo de contactar connosco.

Mais

O projecto “Memória de Macau” foi galardoado com “Estrela de Descobrimento” do “Prémio Global 2024 para Casos Inovadores em Educação do Património Mundial (AWHEIC)”.

Mais

Trata-se de um significativo conjunto de cerca de seis mil folhas manuscritas, cronologicamente situadas, na sua grande maioria, entre meados do século XVIII e a primeira metade da centúria seguinte. A temática desta documentação diz respeito às relações entre as autoridades portuguesas e chinesas a propósito do território de Macau, versando múltiplos e variados temas, no âmbito dos contactos ofic

Mais

1670

No dia 4 de Março de 1670, uma soma ou junco, de que Aires de Oliveira era proprietário e capitão, partiu com carga de Macau para Camboja.

1769

(4 de Janeiro de 1769) Carta do Governador Saldanha ao Senado, requerendo uma vistoria ao palácio que se fez para residência dos governadores; foi incumbido dela o juiz ordinário João Carlos Dias, que foi fazê-la com dois carpinteiros e pedreiros; ficou tudo registado, remetendo-se uma cópia ao Vice-Rei. A 25 de Fevereiro, aparece no Senado o construtor do palácio, Luís Coelho, que disse que fora encarregado da obra em 1767, a qual se achava concluída e que vinha trazer as chaves; pedia que lhe pagassem as despesas. Acrescentou que ele possuía duas casinhas junto ao palácio do governo e perguntava se o Senado as queria comprar. O Senado tomou conta do palácio e pôs lá um guarda. A 4 de Março (de 1769), o Senado manda tomar conta do palácio e pagar o resto da factura. No entanto morre Luís Coelho neste ano de 1769, sendo as duas casinhas herdades pelo seu genro Manuel Ferreira da Fonseca. A 31 de Dezembro (de 1769), o vereador João Carlos Dias disse “que junto ao Palácio que se fez, para assistência dos governadores se achão humas casinhas, que Manoel Pereira da Fonseca offereceo a este Senado pelo mesmo preço que lhe custarão, as quais ficarão do deffunto seo sogro Luís Coelho, e que parecia conveniente comprallas este Senado para serventia e honra do dito Palácio; forão todos de uniforme parecer que se tomassem (excepto Manoel Fernandes Salgado)”.

1803

Ferreira do Amaral nasceu em Lisboa, a 4 de Março de 1803, e faleceu em Macau no dia 22 de Agosto de 1849. Optando pela carreira militar na Armada, assentou praça de Aspirante a Guarda de Marinha em 1821 e, dois anos depois, participou no assalto a Itaparica, integrado na reacção portuguesa contra a declaração de independência do Brasil em 1822. No entanto, as suas ideias liberais vão mais tarde juntá-lo a D. Pedro. Em 1828, após a chegada de D. Miguel, Ferreira do Amaral, à semelhança do que aconteceu a muitos outros liberais, foi preso, permanecendo encarcerado cerca de ano e meio. Partiu em 1831 para Inglaterra, e em seguida para a Terceira, onde se juntou às forças que no dia 8 de Julho de 1832 desembarcaram na praia do Mindelo. Participou também no Cerco do Porto e em todo o processo que conduziu à restauração do liberalismo em Portugal. Este facto facilitou a integração de Ferreira do Amaral no círculo das elites políticas e militares que dirigiram os destinos do país nos anos seguintes. Em 1837, deslocou-se numa missão aos Açores, e em Janeiro de 1839 desembarcou no porto de Luanda por ter sido nomeado comandante da Estação Naval de Angola, cargo que exerceu até Maio de 1840. Iniciou então uma experiência política, nas Cortes e na Comissão da Marinha, em virtude da sua eleição como deputado pelas Províncias de Angola e Benguela, entre 1841 e 1843. A 3 de Novembro de 1845, João Maria Ferreira do Amaral foi promovido a Capitão de Mar-e-Guerra, a fim de ocupar um novo cargo além-mar: Governador da Província de Macau, Timor e Solor. Esta sua nomeação, num período crítico da história de Macau, ficou a dever-se fundamentalmente ao facto de ser um homem de confiança das duas personalidades que dirigiam o Ministério da Marinha e do Ultramar, a saber, o ministro Joaquim José Falcão e o oficial-maior Manuel Jorge de Oliveira Lima. O momento delicado que a colónia vivia, aberto pelas transformações que se operaram na China após a I Guerra do Ópio (1839-1842), já havia levado algumas autoridades da Província, nomeadamente o bispo Jerónimo José da Mata, a reclamarem a nomeação de um governador enérgico e com capacidade de decisão, que não adiasse por mais tempo as reformas que Macau necessitava e que vinham sendo sucessivamente adiadas. Ferreira do Amaral chegou a Macau no dia 20 de Abril de 1846, e dois dias depois tomou posse do governo da Cidade. É incontornável o papel desempenhado pela governação de Ferreira do Amaral na história do estabelecimento de Macau, quer pelo estilo de governação que adoptou (o que também teve reflexos políticos e pessoais relevantes), quer pelas medidas que implementou e que, em última instância, reflectem uma das frases mais emblemáticas presente nas instruções escritas que lhe foram entregues em 20 de Janeiro de 1846: “Macau é um estabelecimento a refundir e criar de novo inteiramente”. Assim, podemos considerar que Ferreira do Amaral definiu como grande finalidade a atingir pelo seu governo, a construção da autonomia de Macau face às influências dominantes das autoridades chinesas, particularmente de Cantão. Esta conquista da autonomia passou por três áreas fundamentais: execução do decreto de 20 de Novembro de 1845 que declarou Macau porto franco, consolidação e alargamento do espaço abrangido pela administração portuguesa, e ainda recusa de todas as práticas que, de algum modo, pusessem em causa ou limitassem o exercício da soberania portuguesa no Território. A transformação de Macau em porto franco implicava a adopção de um conjunto de medidas que proporcionassem receitas alternativas para a Província. Neste sentido, Ferreira do Amaral, teve a iniciativa de generalizar a cobrança de impostos à população chinesa e europeia. Logo nos finais de 1846 ficaram prontas as listas dos impostos e da derrama a serem cobrados junto da população cristã e, do mesmo modo, no dia 1 de Setembro de 1846, passou a ser exigido aos donos dos faitiões, que registassem as suas embarcações na Procuratura sob o pagamento de uma pataca mensal. Esta medida, que estendia a soberania portuguesa à população chinesa, através do pagamento de impostos, esteve na origem da “revolta dos faitiões” (8 de Outubro de 1846). Ainda no capítulo económico, Ferreira do Amaral mandou publicar e divulgar pela Cidade, em Julho de 1847, as listas de todos os chineses que passariam a pagar impostos, assim como o respectivo montante em dívida. Em Janeiro de 1848 foi a vez da criação dos exclusivos da venda da carne de porco e, no ano seguinte, foi criado também o exclusivo do fantan 番攤. Importa sublinhar que estas medidas, para além do alcance económico que tinham e que, a curto prazo, era ainda limitado, visavam em primeiro lugar afirmar a soberania portuguesa no Território, estendendo-a à população chinesa e acabando com as influências políticas e administrativas que as autoridades chinesas mantiveram até àquela data. A estratégia utilizada pelo governador foi a do ‘facto consumado’, impedindo a reacção das autoridades mandarínicas ou, então, ignorando-as simplesmente. É nesta linha de actuação que se inscreve a sua ordem de se proceder à inscrição de todas as ruas e casas do bazar, forma encontrada para melhor exercer a sua soberania e facilitar a cobrança de impostos junto da população chinesa. Por outro lado, e de modo a melhor controlar os seus desígnios governativos, Ferreira do Amaral colocou sob a sua dependência directa o Procurador dos Negócios Sínicos, e, já no ano de 1849, proibiu a entrada em Macau das autoridades chinesas ao som de bátegas. Deste modo, em pouco mais de dois anos, o governador foi reduzindo o espaço de influência das autoridades chinesas. Mas a medida que mais contribuiu para a concretização deste objectivo foi, sem dúvida, a expulsão das alfândegas chinesas [hopus (hubu 户部)] que se encontravam na dependência do Hopu (Hubu 户部) Grande de Cantão. Esta sua medida começou a desenhar-se logo em meados de 1847, quando Ferreira do Amaral permitiu que os navios fizessem as suas cargas e descargas fora da barra. Com esta medida, o governador começou a acabar com os ‘direitos de medição’. Logo de seguida, em Agosto desse ano, acabou com o hopu da Praia Grande e, em Fevereiro de 1849, foi a vez do Hopu (hubu 户部) da Barra. O pretexto avançado pelo governador era o do abuso e das extorsões que os hopus exerciam sobre os camponeses. Faltava encerrar o Hopu (hubu 户部) Grande da Praia Pequena, dos três o mais importante posto alfandegário chinês fixado em Macau. Ferreira do Amaral começou por dar um prazo de cinco dias para que ele se retirasse. Expirado o prazo sem que se tivesse verificado a saída do hopu, o governador deu ordens para que se colocassem travessas na porta principal do edifício e para que se expulsasse o vigia que se encontrava no posto alfandegário. Decorria o dia 12 de Março de 1849. Finalmente, no que respeita à consolidação e alargamento do Território sob jurisdição portuguesa, João Maria Ferreira do Amaral iniciou, nos finais de 1846, a construção de uma estrada desde a Porta do Campo até à Porta de Santo António, não obstante a oposição a que deu origem. Em Setembro de 1848, continuou a sua política de ocupação até à Porta do Cerco, o ponto limite que desejava alcançar, também através da construção de uma estrada. Em Maio de 1847 foi a vez da ilha da Taipa, onde Ferreira do Amaral começou por mandar construir uma casa forte. Apesar dos protestos do vice-rei de Cantão, Qi Ying 耆英, Amaral utilizou mais uma vez a política do facto consumado, com o pretexto de que a casa se destinava a albergar os soldados portugueses estacionados na ilha que tinham por missão impedir actos de pirataria. Uma última palavra para a suspensão do pagamento anual do foro do chão, no valor de 500 táeis, entregue pelo Procurador ao mandarim da Casa Branca. Nos primeiros anos, o pagamento do foro foi usado pelo governador como forma de argumentar que Portugal tinha direito à posse de Macau. À medida que a sua política se foi consolidando, Ferreira do Amaral reduziu gradualmente os seus contactos com as autoridades chinesas, limitando-os praticamente ao vice-rei de Cantão. Assim, quando em 1849 Ferreira do Amaral deixou de pagar o foro, já não tinha contactos com o mandarim da Casa Branca. A actividade governativa de Ferreira do Amaral teve em grande parte a cobertura implícita das autoridades britânicas. A presença britânica, agora em torno de Hong Kong, consolidava-se de dia para dia. Em 8 de Junho de 1849, os soldados britânicos assaltaram a cadeia da Cidade para soltarem um compatriota seu (James Summers), que havia sido preso por se recusar a tirar o chapéu quando assistia à passagem de uma procissão em Macau. Desta forma, puseram em causa o eventual apoio britânico à governação de Macau, caso existisse uma qualquer reacção das autoridades chinesas à política seguida por Ferreira do Amaral. Por outro lado, a sucessão das medidas tomadas pelo governador criou um crescendo de contestação na Cidade e, em particular, junto das autoridades chinesas, que se traduziu no aparecimento de proclamações e panfletos contra Ferreira do Amaral. Um dia as ameaças cumpriram-se: no dia 22 de Agosto de 1849, no seu habitual passeio à Porta do Cerco, João Maria Ferreira do Amaral foi assassinado por um grupo de chineses, que fugiu levando consigo a cabeça e a mão do governador. Só em 1856 é que os restos mortais de Ferreira do Amaral embarcaram para Lisboa a bordo da corveta D. João I. O governo de João Maria Ferreira do Amaral é talvez o mais polémico da história de Macau. Contudo, a sua acção governativa não pode deixar de ser considerada um marco importante na construção de Macau contemporâneo. Bibliografia: DIAS, Alfredo Gomes, Sob o Signo da Transição, (Macau, 1998); DIAS, Alfredo, “O Significado da Morte de Ferreira do Amaral”, in Revista Macau, II série, n.° 35, (Macau, 1995).SALDANHA, António Vasconcelos, Estudos sobre as Relações Luso-Chinesas, (Lisboa, 1996); SALDANHA, António Vasconcelos; ALVES, Jorge Santos (dirs.), Governadores de Macau, (Macau, no prelo).

1845

Eduardo Galhardo nasceu no dia 26 de Junho em Lisboa e, depois de assentar praça como voluntário no Regimento de Infantaria n.o 1 em 12 de Agosto de 1863, tirou o curso do Real Colégio Militar e o da arma de Infantaria. Promovido a Coronel em 1894, foi nomeado comandante das forças expedicionárias em Lourenço Marques pelo decreto de 9 de Março de 1895. Na sequência desta nomeação, chefiou a brigada de operações composta por forças militares dos distritos de Lourenço Marques e Inhambane, e dirigiu diversas operações militares em Gaza, nomeadamente contra o régulo Gungunhana, que foi posteriormente preso por Mouzinho de Albuquerque. A sua missão seguinte foi em Macau. No dia 4 de Março foi nomeado Governador, tendo tomado posse no dia 12 de Maio de 1897. A sua presença em Macau coincidiu com um dos períodos mais conturbados da história do Império da China. Depois da derrota frente ao Japão, a China viu-se dividida em 'zonas de influência', distribuídas pela Alemanha, Grã-Bretanha, França e Rússia. A nível interno, o imperador Guangxu 光緒), em 1898, chamou Kang Youwei 康有為com o objectivo de iniciar um conjunto de reformas que permitissem modernizar a China. Esta experiência- Reforma dos Cem Dias- foi interrompida pela Imperarriz Viúva Cixi 慈禧 que, temendo que as reformas pusessem em perigo a dinastia Manchú, afastou Guangxu e todos os que haviam protagonizado aquele movimento reformista. Kang Youwei conseguiu fugir para o Japão. Foi neste contexto que Eduardo Galhardo exerceu o cargo de governador, adoptando Macau uma linha de neutralidade face aos diferentes conflitos em que a China se viu envolvida. Esta política não impediu o Governador de assumir uma postura de firmeza perante as autoridades de Cantão quando o Vice-Rei Tan Zhonglin 譚仲麟, a propósito da localidade de Mongha (Wangxia 望夏) , pôs em causa os limites de Macau. Sendo esta uma das questões que se mantinham em aberto nas relações luso-chinesas, o Governador, na sua resposta, sublinhou que Mongha (Wangxia) ficava dentro dos limites terrestres de Macau que compreendiam toda a península. Por outro lado, os moradores sempre haviam reconhecido a jurisdição portuguesa, inclusivé através do pagamento, sem protestos, das contribuições prediais. Quanto à gestão dos assuntos internos de Macau, importa salientar as seguintes medidas avançadas pelo Governador Galhardo: em 4 de Junho de 1897 foi celebrado o contrato com uma firma de Hong Kong - Gibb Livingston & Co. - agência de uma companhia australiana, para o estabelecimento de uma carreira de navegação para Timor; ainda neste ano de 1897- foram estabelecidas na Taipa as delegações da Capitania do Porto e Superintendência do Opio Cru; a 7 de Maio do ano seguinte foi criada a Escola Elementar para cabos no Grupo de Companhias de Infantaria de Macau. Finalmente, no âmbito das suas competências diplomáticas o Governador Eduardo Galhardo deslocou-se ao Japão (1897) e ao Sião (1898). Eduardo Augusto Rodrigues Galhardo, por decreto de 23 de Março de 1900, foi transferido para o governo do Estado da Índia, saindo de Macau em 22 de Abril desse ano. [A.G.D.]Bibliografia: JESUS, C. A. Montalto de, Macau Histórico, (Macau, 1990); SALDANHA, António Vasconcelos; ALVES, Jorge Santos (dirs.), Governadores de Macau, (no prelo), (Macau).

1881

No dia 4 de Março de 1881, foram dadas por concluídas as obras do cais e aterro no Porto Interior, construídos pelo concessionário Miguel Aires da Silva.

1891

No dia 20 de Fevereiro de 1891, o Pároco da Taipa abre uma escola de português na sua residência. O Administrador, na altura sem recursos, pede ao Governo de Macau, por ofício desta data, um subsídio de $40 patacas. No dia 4 de Março do corrente ano, a Escola “do Pároco” da Vila da Taipa conta com o apoio de $22,95 patacas da Fazenda Provincial e funciona graças ainda ao fornecimento de livros pelo Arquivo da Secretaria do Governo e ao quadro do método de João de Deus, emprestado pela Escola Central por não haver esses artigos à venda em Macau.

1891

No dia 4 de Março de 1891, José Marcos Batalha, proprietário da casa n.º 55 da Rua do Campo, pediu a autorização para aproveitar uma parte da antiga muralha da cidade, contígua à sua casa, para nela construir uma dependência da mesma.

1911

No dia 4 de Março de 1911, foi lançada a arrematação do 1.° troço de construção da nova Avenida do Bazar Chinês (do Largo do Senado ao Pátio do Martelo) numa extensão de 62m (mais tarde Av. Almeida Ribeiro).

1938

Nos termos do Edital de 4 de Março de 1938, o Leal Senado resolveu dar a denominação de 'Travessa das Docas' à nova via pública que começa na Rua da Ribeira do Patane, entre os prédios n.os 11 e 13 e tendo ao fundo o mar.

Mais

Aviso Importante: Anúncio sobre a actualização dos "Termos e Serviços" do website de Cultura e História "Memória de Macau"

Caros membros do website "Memória de Macau", olá!

Agradecemos o vosso apoio e confiança ao longo do tempo ao website de Cultura e História "Memória de Macau". A fim de otimizar a qualidade dos serviços a prestar aos membros e proteger os seus direitos e interesses, será implementada, oficialmente, uma nova versão dos "Termos e Serviços" que entrou em vigor a 28 de Abril de 2025. Por favor, leiam o texto completo da versão actualizada. O conteúdo pode ser consultado aqui:

👉 Clique aqui para tomar conhecimento da versão actualizada dos "Termos e Serviços"

Li, concordo e aceito o conteúdo actualizado dos "Termos e Serviços".

Caso tenha alguma dúvida sobre a versão atualizada, não hesite em contactar-nos.

Agradecemos o vosso contínuo apoio e confiança. O website de Cultura e História "Memória de Macau" continuará a prestar serviços aos seus membros de forma segura e conveniente.

Com os melhores cumprimentos,

Website de Cultura e História "Memória de Macau"

Data de actualização: 28 de Abril de 2025

Pesquisa avançada

Palavra-chave

    Tópico

    Tipo

    Local

    Período

    Instruções de uso

    Pesquisar em todo o site

    Login