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"Memórias de Macau" lança a edição para download do calendário eletrónico "Afetos pela Zona Norte de Macau" de 2026, convidando a explorar e saborear a transformação e o charme da Zona Norte, revivendo a sinceridade e o calor da vida comunitária!
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Trata-se de um significativo conjunto de cerca de seis mil folhas manuscritas, cronologicamente situadas, na sua grande maioria, entre meados do século XVIII e a primeira metade da centúria seguinte. A temática desta documentação diz respeito às relações entre as autoridades portuguesas e chinesas a propósito do território de Macau, versando múltiplos e variados temas, no âmbito dos contactos ofic

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1840

Edital publicado em Cantão (a 11 de Fevereiro de 1840) mandando fechar o comércio em Macau e destruir a Cidade por as autoridades portuguesas permitirem aí a presença de Elliot. Só é reaberto por Edital chinês de 20 de Março seguinte.

1867

BEAUVOIR, CONDE LUDOVIC DE (1846-1929). Visita Macau como acompanhante do duque de Penthiève, primo do rei de Portugal por via materna, em 1867, regressando a França nesse mesmo ano, de onde partira, em 1866, para dar a volta ao mundo. Em 1869, o conde de Beauvoir publica Australie et Java, Siam, Canton, em dois volumes, e três anos mais tarde, Pékin, Yeddo, San Francisco, a terceira parte da sua viagem. O viajante chega ao “pavilhão europeu” a bordo do vapor norte-americano Fire- Dart, em 11 de Fevereiro de 1867, e deambula pelas principais atracções turísticas da cidade, incluindo os barracões onde permanecem os cules antes de serem enviados para o continente americano, prática longamente descrita e criticada. Pelas ruas de Macau, Beauvoir compara as casas de granito a prisões, observando macaenses e mestiços no exterior, onde, após o pôr-do-sol, nada há para ver senão os teatros chineses, descritos pelo autor, embora mais tarde, descreva também as casas de jogo da cidade, Mónaco da China e península em forma de uma pegada humana. São ainda referidos e descritos os fortes, as igrejas e os templos da cidade, bem como a Praia Grande, a Gruta do poeta exilado (Camões), no topo da qual se encontra um “observatório”; a paisagem humana adornada pelas mulheres cobertas de mantilhas e a população do território (125 mil chineses, dois mil portugueses). Breves apontamentos históricos referem a fundação portuguesa da cidade; a morte do governador Ferreira do Amaral; as ocupações militares inglesas da cidade (1802, 1808) e a fundação de Hong Kong, que “mata” o antigo entreposto português, antes da descrição da chegada do autor a Cantão, a bordo de uma canhoneira cedida pelo governador José da Ponte e Horta. Bibliografia: BEAUVOIR, Conde de, Voyage Autour du Monde, (Paris, 1869-1870); BEAUVOIR, Conde de, Java, Siam, Canton, (Paris, 1872); BEAUVOIR, Conde de, Pékin, Yeddo, San Francisco, 5.ª edição, (Paris, 1872); LOMBARD, Denis, “O Conde de Beauvoir e Macau (Fevereiro de 1867): Impressões de Macau do Conde de Beauvoir”, in Revista de Cultura, 2.ª série, n.° 23, (Macau, Abril-Junho de 1995), pp. 96-110.

1877

O diplomata Alfredo Casanova nasceu no dia 27 de Maio de 1877. Alfredo Casanova iniciou a sua carreira em Madrid, como Vice-Cônsul, em 24 de Maio de 1901. Dois anos depois ocupou o lugar de Adido da Legação em Madrid, e em 1911 assumiu a gestão do consulado em Badajoz. Em 1912 chegou ao Oriente, Bombaim, onde foi Cônsul Geral. Mais tarde partiu para Banguecoque, onde, além de desempenhar as funções de Cônsul, foi acreditado como Enviado Extraordinário e Ministro Plenipotenciário junto do Rei do Sião, de 1 de Novembro de 1917 a 30 de Agosto de 1918. Depois de uma breve passagem pelo consulado de Vigo, Alfredo Casanova regressou ao Oriente para desempenhar as funções de Cônsul-Geral de 2.ª Classe no Consulado de Singapura (1919) e no de Xangai (1920). Em Xangai, desenvolveu uma intensa actividade junto da comunidade portuguesa residente naquela cidade chinesa, tentando construir um conjunto de infraestruturas de apoio ao quotidiano das famílias portuguesas. Por despacho ministerial de 26 de Março de 1922, foi nomeado delegado de Portugal na Conferência internacional da revisão das pautas alfandegárias da China. Deixou esta missão para se deslocar a Pequim, em comissão de serviço público, reassumindo as suas funções no dia 11 de Julho do mesmo ano. Alfredo Casanova foi promovido a Cônsul de 1.ª Classe por decreto de 11 de Fevereiro de 1925. Dos títulos honoríficos que acumulou ao longo da sua carreira política e diplomática destacam-se: Comendador da Ordem Militar de Cristo, da Ordem de Isabel a Católica de Espanha e da Ordem da Espiga de Ouro da China; Cruz de 1.ª Classe da Ordem do Mérito Naval de Espanha e Cruz de 2.ª Classe da Ordem do Mérito Militar de Espanha. Foi louvado, em 5 de Outubro de 1912, pelos relevantes serviços prestados durante o movimento monárquico na fronteira e, em 26 de Julho de 1915, recebeu um segundo louvor pelos serviços prestados na Índia Portuguesa. Bibliografia: Anuário Diplomático e Consular Português de 1925, (Lisboa, 1926); Anuário Diplomático e Consular Português de 1928-1929, (Lisboa, s.d.); TEIXEIRA, Padre Manuel, Portugal na Tailândia, (Macau, 1983).

1925

Pelo Anúncio de 6 de Dezembro de 1924, a Direcção dos Serviços de Fazenda faz público que se procederá no dia 10 de Fevereiro de 1925 a arrematação, por meio de propostas em carta fechada, do exclusivo da revenda de bilhetes da Loteria da Santa Casa da Misericórdia pelo prazo de 8 anos, a contar da data do contrato definitivo. As cartas devem ser acompanhadas do documento comprovativo de ter sido efectuado o depósito de $8.000,00. No Anúncio são alistadas 8 condições para a licitação e 6 condições para o contrato definitivo.

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