Surgimento e mudança da Ribeira Lin Kai de San Kio
Macau e a Rota da Seda: “Macau nos Mapas Antigos” Série de Conhecimentos (I)
Escravo Negro de Macau que Podia Viver no Fundo da Água
Que tipo de país é a China ? O que disseram os primeiros portugueses aqui chegados sobre a China, 1515

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O website lançou o Programa de partilha de imagens "Minha Memória de Macau – 2026", esperamos incentivar mais cidadãos a valorizarem os detalhes da nossa cidade, explorando e partilhando mais recursos históricos e memória da vida.
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"Memórias de Macau" lança a edição para download do calendário eletrónico "Afetos pela Zona Norte de Macau" de 2026, convidando a explorar e saborear a transformação e o charme da Zona Norte, revivendo a sinceridade e o calor da vida comunitária!
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Trata-se, na sua maioria, de cartas e documentos relativos à administração dos jesuítas na China. F. em branco: [4] Documentos não encadernados CONTEM: 'Euangelicis Provinciarum Operarijs Pekinenses Commissionarij'. Pequim, 15 março 1733 (f. [1-2]) . - Carta aos bispos e vigários apostólicos da Missão da China. Pequim, 15 março 1733 (f. [3]) . - 'Conventio Missionariorum Pekinensium' (f. [5-5 v.]) . - Manifesto dos missionários Domingos Pinheiro, Inácio Kegler S.J., André Pereira S.J., António de Magalhães S.J. e Emberto Fridelli S.J. contra o padre Theodorico Pedrini. Pequim, 28 novembro 1733 (f. [6-13 v.]) . - 'Copia da Relação o M. R. P. Andre Pereyra fes da pratica do Imperador da China a qual sucedeo aos 18 de Março de 1733' (f. [14-17]) . - 'Excerptum fideliter transcriptum ex Epistolis R. D. Theodorici Pedrini datis ad R. P. Dominicum Pinheyro [...] cum aliquibus ejusdem R. D[omi]ni integris epistolis ad eundem R. P. V. Prov[incia]lem missis super negotio Relationis faciendae de audientia Imp[erator]is Sinensis die 18 Martij 1733 habita' (f. [18-24]) . - 'Copia d'una Lettera scritta dal R. P. Giacinto Giordano all Ill.mo Sig[n]or Vescoco Lorimense' (f. [25-26]) . - Carta pastorais do Bispo de Pequim D. Frei Francisco da Purificação, certificadas po Domingos Pinheiro (f. [27-30 v.]) . - 'Interpretatio Emin[entissi]mi Card[ina]lis Hugo Super testibus Ecclesiastes cap. 7 v. 17. Noli esse iustus multum, neq[ue] plus sapias quam necesse est, ne obstupescas, ne impie agas multum' (f. [31-32]) . - Carta de 'Julianus Placidus Hervieu' para o Bispo de Pequim, Frei Francisco da Purificação e resposta. Macau, 1733 (f. [33-33 v.]) . - Carta do Bispo de Pequim, frei Francisco da Purificação, ao vice provincial da China. Macau, 11 junho 1734 (f. [34-34 v.]) . - Carta do padre Domingos Pinheiro ao Bispo Lorimense. Pequim, 12 dezembro 1733 (f. [35-52]) . - Inquirição de testemunhas chinesas circa praxin Constitutionis. Pequim, 22 março 1734 (f. [53-64]) . - Carta do padre Jacinto Jordano para o Bispo de Pequim. Hai Tien, 30 março 1734 (f. [65]) . - 'Resposta q[ue] deo a Camara de Macao a hua chapa, q[ue] lhe veyo dos Mandarins de Cantão. Feita p[e]lo P[adr]e Prov[inci]}al do Japão da Comp[anhi]a de Je[su]s'. 1732 (f. [66-68]) . - Fragmento final de um memorial em latim. Macau, 8 novembro 1683 (f. [69-72])
Quando Silva, Favacho, Fiumes e Leme chegaram a Cantão, já o Pe. José Pereira, S.J., tinha obtido do V. Rey que revogasse a proibição de saída dos barcos. O Senado agradeceu-lhe e este respondeu em 24 de Março de1718: “Duas tenho recevido de V.Ms. hua de 3 do corrente com os agradecimentos do pouco (comforme mandastes(?) que trabalhey para a expedição dos barcos dessa Cidade a q. não respondi logo por me achar todos estes dias emfermo, ainda q. actualmente continuão os meus achaques) em recebendo a outra de 18 do mesmo fui logo ver-me com o V.Rey acerca do foro do Chão q. o Mandarim da villa pretendia ao q. me respondeo q. elleV.Rey o tinha ja satisfeito ao Puchim-fu. Esta o V.Rey esperando a ordem do Emperador q. dizem não tardara muito para entregar o officio de V. Rey com grande penna minha. Podem V.Ms. declarar ao Mandarim da villa q. o V. Rey tem ja satisfeito os quinhentos taeis ao Puchim-fu conforme o mesmo V. Rey me disse a my”.
A Igreja de Nossa Senhora do Amparo foi fundada em 1633. Ficava na zona entre a Rua de Nossa Senhora do Amparo, Pátio do Amparo e a Calçada do Amparo. Foi uma igreja especialmente vocacionada para os cristãos chineses. Como consequência de perseguições promovidas no continente chinês, foi encerrado no dia 18 de Março de 1747 pelo mandarim da Casa Branca, Zhang Rulin (張汝霖), que “foi pessoalmente a Macau para inspeccionar o encerramento”, ocorrido “na hora Wei do 20.º dia da 2.ª Lua” (entre as 13 horas e as 15 horas do dia 18 de Março de 1747). [J.G.P.] Bibliografia: BRAGA, Jack Maria, A Voz do Passado, Instituto Cultural de Macau, (Macau, 1987); LJUNGSTEDT, Anders, An Historical Sketch of the Portuguese Settlements in China; and of the Roman Catholic Church and Missions in China & Description of the City of Canton, (Hong Kong, 1992); JESUS, Carlos Augusto Montalto de, Macau Histórico, (Macau, 1990); JIN Guo Ping, Xili Donjian [O Ocidente ao Encontro do Oriente], (Macau, 2000); TEIXEIRA, Padre Manuel, Os Militares em Macau, (Macau, 1976); VALE, M. Martins do, Os Portugueses em Macau (1750- 1800), Degredados, Ignorantes e Ambiciosos ou Fiéis Vassalos d’El-Rey?, (Macau, 1997); VONG Tak Hong, Aomen Xinyu [Crónicas de Macau], (Macau, 1996); ZHANG Rulin; YIN Guangren, Aomen Jilue [Monografia Abreviada de Macau], (Guangzhou, 1988); Zhongshan Wenxian [Documentação de Zhongshan], vols. 1 e 2, (Taiwan, 1985).
No dia 11 de Abril de 1837, o Capitão Elliot, Ministro da Inglaterra em Cantão, seguiu, finalmente, para essa cidade, pois, após insistente negativa, só em 18 de Março é que o Governador de Cantão deferira o seu pedido de 14 de Dezembro de 1836, para lhe ser permitida a residência nessa cidade chinesa. Até então vivia em Macau.
No dia 18 de Março de 1875, o Governador de Macau, através do seu Secretário Geral, diz: “S. Exa. o Governador viu com muita satisfação os esforços empregados por V. Sa para conseguir que os habitantes das três povoações da Ilha de D. João, Avam e Chilliam começassem a pagar decima à fazenda. Posto que por enquanto o producto deste imposto seja insignificante com tudo é importante nas consequências que d’ahi se podem deduzir para a extenção dos nossos direitos de soberania. Approva S. Exa. a nomeação que fizeram as referidas povoações de cabeça ou tipu. Pelo que respeita a construção de uma caza para ali se establecer um pequeno destacamento, julga S. Excia conveniente por enquanto não se fazer, pois em negócios que de algum modo prendem com direitos de soberania é necessário uzar toda a reserva, e ir pouco a pouco alcançando vantagens, mas não de modo tão patente que possam despertar as atenções das autoridades chinesas. Pode V. Sa. organizar na Ilha uma pequena guarda de loucanes de indivíduos das mesmas povoações sugeitas a sua autoridade, e debaixo da direcção do dito Tipu, por em quanto é o que convém fazer”. (Cfr. Teixeira, Pe. M. -Taipa e Coloane, p. 24).
No dia 18 de Março de 1881, o prédio n.º 27 da Praia Grande, denominado Palácio do Cercal [depois Palácio do Governo], tendo sido penhorado em execução movida pelo Chartered Bank of India, Australia & China, contra a Viscondessa do Cercal, foi posto em arrematação pelo Juízo de Direito, para ser arrematado a quem cobrisse a importância do valor de quatro quintas partes da sua avaliação, que era de $25.068,66.
No dia 18 de Março de 1928, é inaugurada a Estrada de Macau-Seak Kei, com uma imponente procissão segundo os tradicionais costumes chineses, tomando parte nela milhares de pessoas. A procissão veio da aldeia chinesa de Tch’in-San a Macau. A inauguração foi feita pelo Governador de Hong Kong, Sir Cecil Clementi, pelo Governador de Macau, Artur Tamagnini Barbosa e outras autoridades. Apesar de ainda estar por acabar (só foi inaugurado 1/3) esta via teve eco imediato no movimento de entradas, mais 132.211 do que no ano anterior. (Cfr. Arquivo Histórico de Macau – F.A.C., P. n.° 172 – S-E, de 12 de Outubro de 1927). Em 24 de Março, o jornal de Hong Kong South China Morning Post noticia a abertura da“moderna estrada entre Macau e Seak-Kei, com grande pompa e entusiasmo, porque há muito se fazia sentir a sua oportunidade”. Até aí havia um caminho “lageado a serpentear por entre um vasto cemitério chinês, onde tudo era mistério e, por vezes, perigo”, no dizer de Jaime do Inso. Também se refere ao mesmo acontecimento, na edição de 20 de Março de 1928, o jornal Vao-Tze-Iat, igualmente de Hong Kong.
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