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Já divulgado o resultado da selecção do Programa da Partilha de Imagens "Minha Memória de Macau - 2025"

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O website lançou o Programa de partilha de imagens "Minha Memória de Macau – 2026", esperamos incentivar mais cidadãos a valorizarem os detalhes da nossa cidade, explorando e partilhando mais recursos históricos e memória da vida.

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"Memórias de Macau" lança a edição para download do calendário eletrónico "Afetos pela Zona Norte de Macau" de 2026, convidando a explorar e saborear a transformação e o charme da Zona Norte, revivendo a sinceridade e o calor da vida comunitária!
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O projecto “Memória de Macau” foi galardoado com “Estrela de Descobrimento” do “Prémio Global 2024 para Casos Inovadores em Educação do Património Mundial (AWHEIC)”.

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1656

No dia 19 de Março de 1656, passa na cidade de Chan-Chiu, 150 “lis” acima de Cantão, a primeira Embaixada Holandesa (Legatio Batavica ad Magnum Tartariae Sinaeque Chamum, part. I, p. 52). No dia 17 de Julho de 1656, chega à Corte Imperial Qing uma embaixada da VOC resolvida a estabelecer relações comerciais directas entre os holandeses e a China. Mas não consegue o que pretende e a ligação com Macau resiste a mais esta investida.

1700

No dia 20 de Junho de 1700, ficou pronta a capela que o Vice-Rei de Cantão autorizara (em 1698) construir em Sanchoão, sobre o túmulo de S. Francisco Xavier. Os jesuítas iniciaram a construção em 19 de Março de 1700. Em 1787 houve perseguição e foi destruída.

1715

No dia 19 de Março de 1715, Clemente XI promulgou mais um decreto contra os ritos chineses pela Bula Ex illa die. Mas D. João V, que já previa a publicação de tal decreto, apressou-se a escrever a 27 de Março de 1715 ao Bispo de Pequim, D. Bernardino della Chiesa, para que não obedecesse nem ao novo decreto nem aos de 20 de Novembro 1704 e 25 de Setembro de 1710.

1783

No dia 19 de Março de 1783, D. Francisco Xavier de Castro, Provedor da Santa Casa, oficia ao Senado, dizendo que era indispensável a erecção duma botica ou farmácia. Os jesuítas tinham no Colégio de S. Paulo uma boa botica; mas agora, a que há no Convento de S. Francisco dirigida pelo Irmão Martinho, “tem suprido o nome mas não a integridade da botica”.

1853

No dia 19 de Março de 1853, a povoação da Taipa fica isenta este ano de pagar a décima ou “derrama” devido aos prejuízos resultantes do incêndio que destruiu a maior parte das casas no dia 1º. de Janeiro de 1853. Para reconstrução das moradias ficaram também isentos de ancoragem os barcos que levassem para a Ilha o material necessário: madeira, cal, etc..

1880

No dia 19 de Março de 1880, o herói de Passaleão, Coronel Vicente Nicolau de Mesquita, depois de ter assassinado quase toda a família, num acesso de loucura, suicidou-se. “Falecimento do Coronel Reformado Vicente Nicolau de Mesquita“. A notícia, apesar de ter ocorrido nas circunstâncias trágicas que já vimos no registo anterior, foi dada pelo Quartel General, com esta simplicidade, no Boletim do Governo de 24 de Abril seguinte. Num acto de loucura e desespero, Vicente Nicolau de Mesquita tira a vida à esposa, Carolina Maria Josefa da Silveira e à filha mais nova, Iluminda Maria, feriu dois dos filhos e, seguidamente, suicidou-se atirando-se ao poço da sua residência no n.º 1 da Rua do Lilau. Em 1910 a sua memória foi reabilitada pelo Bispo D. João Paulino e os seus restos mortais foram transladados para o espaço nobre onde se encontram. No dia 20 de Março do corrente ano, é arquivado sob o Processo n.º 247 - Série R - da Administração Civil o Relatório do Administrador de Macau sobre a trágica morte do Coronel reformado, Vicente Nicolau de Mesquita, ocorrida na noite de 19 de Março de 1880. É registo no Boletim da Província o seguinte: 'Pela uma hora da madrugada de hoje houve denúncia a S. Ex.ª o Governador de que o coronel Mesquita assassinára todas as pessoas de sua família achando-se o denunciante, filho mais velho do referido coronel, gravemente ferido por três tiros de revolver, em vista disto marchou imediatamente, por ordem do mesmo Ex.mo Sr. o tenente Azedo com 4 praças do piquete sendo pouco depois seguido pelo comandante da guarda policial com oito homens, e tendo chegado no lugar da habitação do referido coronel, ali encontrou s. Ex.ª o Governador, juiz do direito da comarca, delegado do procurador da corôa, e mandando em seguida bater à porta a que respondeu o silêncio; mandou depois buscar uma picareta e arrombar a porta principal e aberta esta entraram parte das pessoas presentes, tendo de se arrombar também a porta interior que dava para a escada e em poucos momentos se deu com os cadáveres de duas senhoras, e uma outra ferida gravemente. Devia ter havido grande luta por que tudo estava em desordem, percorrendo-se a casa em procura do mesmo coronel foi encontrado morto dentro do poço, donde se tirou pelas 5 horas da manhã por falta de aparelho próprio e pela enorme profundidade do mesmo. Foram prestados os socorros que em tais ocasiões de devem prestar, recolhendo a ferida ao hospital de S. Rafael, bem como o filho.'

1912

No dia 19 de Março de 1912, o Governo da Província determina que a Comissão Municipal da Taipa e Coloane possa cultivar ou arrendar a agricultores, mediante rendas mínimas, os terrenos da Taipa e Coloane que forem propriedade do Estado e não estiverem ainda aforados. Trabalhos da Comissão Municipal para execução desta ordem. (Arquivo Histórico de Macau –F.A.C., P. n.° 428 – S-T).

1913

No dia 19 de Março de 1913, o Conservador do Registo Predial, Camilo d' Almeida Pessanha, pede a continuação das suas funções em Macau e desiste da promoção a Juiz. O Governo da Metrópole defere. (Arquivo Histórico de Macau – F.A.C., P. n.° 373 – S-P).

1934

Por muito que custe a crer, foi aqui entre o adro da igreja de S. Domingos e ali o Leal Senado que se ergueu o primeiro hipódromo de Macau. E ao contrario do que se pensa, quem trouxe para Macau a paixão pelo hipismo não foram nada os ingleses. Foram os portugueses do século XVI.

1999

O Museu de Arte de Macau (MAM) faz parte do complexo do Centro Cultural de Macau, ocupando um dos seus edifícios. Este projecto, inaugurado a 19 de Março de 1999, veio oferecer um espaço condigno para um museu, desejado há muito pela população por falta de um espaço criado de raiz, e por quem ansiava poder voltar a ver as obras do antigo Museu Luís de Camões, encerrado desde 1988. O Museu de Arte de Macau herdou o espólio do antigo Museu Luís de Camões, e ainda as aquisições entretanto reunidas pela sua entidade tutelar, o antigo Leal Senado (actual Instituto para os Assuntos Cívicos e Municipais de Macau). O director do MAM, Guilherme Ung Vai Meng (Wu Weiming 吳衛鳴), um artista reconhecido de Macau, tem dirigido os destinos do museu desde a sua abertura, em Janeiro de 1999. O edifício de cinco andares, com uma superfície total de 10.192 m², possui galerias de diferentes dimensões, num total de 4.000 m² de espaços expositivos. Nas galerias das exposições permanentes destacam-se as obras de pintura e caligrafia de pintores de Cantão das dinastias Ming 明 e Qing 清; as cerâmicas de Shiwan 石灣, colecção com cerca de 300 peças, uma das mais representativas e valiosas do mundo; cerâmicas e pedras das escavações arqueológicas de Hac-Sá (Heisha 黑沙) (Macau); quadros históricos de pintores ocidentais e orientais dos séculos XVIII e XIX (China Trade); arte contemporânea, sobretudo pintura, e outras peças. Este espólio é exibido também em museus e instituições de outras partes do mundo (Estados Unidos da América, Austrália, etc.), dando a conhecer a história e o património artístico de Macau. As exposições temporárias apresentadas são o resultado de intercâmbios efectuados com museus da região e internacionais, assim como com coleccionadores privados. O sucesso destes intercâmbios deu origem a eventos anuais com essas instituições, sendo de realçar as grandiosas exposições com peças do Museu do Palácio Imperial de Pequim, realizadas todos os anos em Dezembro (por ocasião da celebração da transferência de Administração de Macau), ou em Maio, com museus franceses de grande renome (por ocasião do French May). Também se exibem nestas galerias as obras participantes dos concursos artísticos locais, bienais, etc. Além das exposições, o MAM oferece ao mais variado público, desde crianças, jovens, adultos, estudantes, professores, profissionais, etc., uma variedade de workshops, muitas vezes leccionados por artistas. Estes ateliers educacionais possibilitam a muitos um primeiro contacto com o material e produção de obras, e a outros a aprendizagem ou aperfeiçoamento de novas técnicas. Realizam-se vários seminários, palestras e conferências sobre temática ligadas às exposições, artes em geral e história de Macau. Para uma melhor compreensão e alargar de conheci-mentos sobre as exposições, o MAM dispõe nas galerias de painéis informativos e educativos (em chinês, português e inglês), e de sistemas informatizados para apoio aos visitantes. Também são proporcionadas visitas guiadas. Os seus catálogos são sempre um manancial de informações, além de serem livros de elevada qualidade e design reconhecidamente premiados. O MAM dispõe de outras áreas lúdicas, como a Mediateca (biblioteca multimédia), com sala audiovisual de acesso gratuito, e ainda uma Loja do Museu, onde se vendem os catálogos e lembranças relacionadas com as exposições (cartazes, catálogos, cadernos, etc.). No pequeno auditório com capacidade para cerca de 120 pessoas, realizam-se as conferências, seminários, palestras, ciclos de cinema, etc. Para os mais interessados e entusiastas, foi criado a 1 de Novembro de 2001 o grupo dos “Amigos do Museu de Arte de Macau”, que oferece várias vantagens aos sócios. A edição de panfletos anuncia o calendário das exposições e as actividades do MAM, assim como os panfletos promocionais das actividades, jornais do Território, revistas e guias turísticos da região, e o website do MAM na internet. O Museu está aberto diariamente entre as 10 e as 19 horas, excepto às segundas-feiras. [M.I.V.] Bibliografia: Centro Cultural de Macau, (Macau, 1999); FARIA, Daniela; GRILO, Eduardo, Museus de Macau, (Macau, 1999); NOVAIS-FERREIRA, H.; LAMAS, L. Nolasco, Centro Cultural de Macau. Uma Realidade Técnica Dirigida à Cultura. Aspectos Técnicos e de Gestão da Execução do Empreendimento, (Macau, 1999); RITO, Carolina, “A Vitalidade do Museu de Arte”, in Macau, n.° 15, (Macau, Agosto de 2003), pp.116- 129; www.artmuseum.gov.mo.

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