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Trata-se de um significativo conjunto de cerca de seis mil folhas manuscritas, cronologicamente situadas, na sua grande maioria, entre meados do século XVIII e a primeira metade da centúria seguinte. A temática desta documentação diz respeito às relações entre as autoridades portuguesas e chinesas a propósito do território de Macau, versando múltiplos e variados temas, no âmbito dos contactos ofic
Após meses de preparação, a caravana constituída por três Mitsubishi Pagero, baptizados com os nomes de Macau, Taipa e Coloane partiram, do simbólico Jardim Camões, em Macau, para o II Raide Macau-Lisboa, no dia 27 de julho de 1990.
O Pe. Koegler, S.J., natural da Baviera, partira de Lisboa no St.a Ana a 14 de Março de 1716, em viagem directa para Macau, aonde chegou a 30 de Agosto de 1716, e a Pequim a 2 de Janeiro de 1717, sendo imediatamente nomeado Presidente do Tribunal das Matemáticas e Vice-presidente do Tribunal dos Ritos, vindo a falecer ali em 30 de Março de 1746. Traduziu em chinês as Tábuas de Newton. Foi intérprete, juntamente com o Pe. Niccolo Giamprino, na embaixada russa de Leão Vassilievich Ismaiolov a Pequim, em 1719. No dia 31 de Agosto de 1716, chega a Macau o Pe. jesuíta André Pereira (nascido no Porto, de pais ingleses).
A 30 de Agosto e a 17 de Outubro de 1723, diz-se que “a Navegação dos Chinas já he tão franca, que nesta monção so em o Porto de Batavia se acharam perto de 40 Somas; em Manila, segundo as noticias, outras tantas”. O V.R. da Índia proibira os barcos de Macau de trazer sândalo de Batávia “em razão de estar vedada a navegação das embarcações Sinicas”. Agora que eles lá vão e trazem carga para Cantão, Chincheo e Liampó, “também devem ir lá os nossos, pois esse alvará do V.R. só serve para a destruição e ruina desta Cidade e, enquanto durou, serviu sempre de discórdias e mal querenças”. “Os Barqueiros poderão daqui em diante mandar seus Barcos a donde mais conveniente lhes parecer. Mas dê-se parte de tudo ao V.R.”. Note-se a resconstrução e animação dos centros comerciais de Chincheo e Liampó, destruídos quando portugueses, no século XVI.
No dia 30 de Agosto de 1747, tomou posse do Governo de Macau, António José Teles de Meneses. Exerce o cargo até 1749. Era natural de Lisboa. Procurou reparar as fortalezas. Teve desacordos com o Senado. Vida romanceada e fim trágico (em Timor). V. Governadores de Macau, Coordenação de Jorge Santos Alves e António Vasconcelos de Saldanha. Investigação e textos de Paulo Sousa Pinto, António Martins do Vale, Teresa Lopes da Silva e Alfredo Gomes Dias. Editora Livros do Oriente, Portugal, 2013, pp. 107 a 109. Em Novembro de 1747, António José Teles de Meneses, que tomou posse do governo poucos dias antes, isto é, em 30 de Agosto, mandou armar um polé, na Fortaleza do Monte, ao pé do sino, e com o braço estendido para fora da muralha de forma que os apoleados vinham dar o salto na base da fortaleza. Mandou também aprontar 12 clavinas e, quando saía do Monte, fazia-se acompanhar de 12 guardas com elas carregadas e um sargento. Os moradores e os chineses passaram a ter tanto respeito que tremiam diante dele.
No dia 29 de Maio de 1814, chegou o “Exmo. Diocesano” de Sanchoão; o Bispo de Macau, D. Frei Francisco de N. Sra. da Luz Chacim, foi pela primeira vez a Sanchoão em 30 de Agosto de 1813, regressando a Macau em 3 de Setembro; voltou lá em 9 de Maio de 1814, regressando a 23 do mesmo mês. Desde então até 1864 não houve peregrinação ao túmulo de S. Francisco Xavier.
O diplomata Alfredo Casanova nasceu no dia 27 de Maio de 1877. Alfredo Casanova iniciou a sua carreira em Madrid, como Vice-Cônsul, em 24 de Maio de 1901. Dois anos depois ocupou o lugar de Adido da Legação em Madrid, e em 1911 assumiu a gestão do consulado em Badajoz. Em 1912 chegou ao Oriente, Bombaim, onde foi Cônsul Geral. Mais tarde partiu para Banguecoque, onde, além de desempenhar as funções de Cônsul, foi acreditado como Enviado Extraordinário e Ministro Plenipotenciário junto do Rei do Sião, de 1 de Novembro de 1917 a 30 de Agosto de 1918. Depois de uma breve passagem pelo consulado de Vigo, Alfredo Casanova regressou ao Oriente para desempenhar as funções de Cônsul-Geral de 2.ª Classe no Consulado de Singapura (1919) e no de Xangai (1920). Em Xangai, desenvolveu uma intensa actividade junto da comunidade portuguesa residente naquela cidade chinesa, tentando construir um conjunto de infraestruturas de apoio ao quotidiano das famílias portuguesas. Por despacho ministerial de 26 de Março de 1922, foi nomeado delegado de Portugal na Conferência internacional da revisão das pautas alfandegárias da China. Deixou esta missão para se deslocar a Pequim, em comissão de serviço público, reassumindo as suas funções no dia 11 de Julho do mesmo ano. Alfredo Casanova foi promovido a Cônsul de 1.ª Classe por decreto de 11 de Fevereiro de 1925. Dos títulos honoríficos que acumulou ao longo da sua carreira política e diplomática destacam-se: Comendador da Ordem Militar de Cristo, da Ordem de Isabel a Católica de Espanha e da Ordem da Espiga de Ouro da China; Cruz de 1.ª Classe da Ordem do Mérito Naval de Espanha e Cruz de 2.ª Classe da Ordem do Mérito Militar de Espanha. Foi louvado, em 5 de Outubro de 1912, pelos relevantes serviços prestados durante o movimento monárquico na fronteira e, em 26 de Julho de 1915, recebeu um segundo louvor pelos serviços prestados na Índia Portuguesa. Bibliografia: Anuário Diplomático e Consular Português de 1925, (Lisboa, 1926); Anuário Diplomático e Consular Português de 1928-1929, (Lisboa, s.d.); TEIXEIRA, Padre Manuel, Portugal na Tailândia, (Macau, 1983).
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