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Trata-se de um significativo conjunto de cerca de seis mil folhas manuscritas, cronologicamente situadas, na sua grande maioria, entre meados do século XVIII e a primeira metade da centúria seguinte. A temática desta documentação diz respeito às relações entre as autoridades portuguesas e chinesas a propósito do território de Macau, versando múltiplos e variados temas, no âmbito dos contactos ofic
Ano 1621: data deste ano e é assinado pelo Pe. Gabriel de Matos, S.J., o documento que reclama a Ilha Verde como propriedade da Companhia de Jesus. Vinha desde 1618 este problema que envolvia jesuítas e autoridades chinesas e que foi resolvido em poucos meses por prudente e sábia intervenção do Senado, sem ninguém “perder a face” (Cfr. Arrezoado sobre a resposta da cidade ao protesto da Companhia acerca da Ilha Verde para declarar o direito que os Portugueses tem na cidade de Macau, Pe. Gabriel de Matos, 1621. Biblioteca da Ajuda, Jesuítas na Ásia, 40-V-5, fl. 11 v.) e a Carta Ânua de Macau de 31 de Dez. 1621, assinada por António Leite,S.J.).
Franciscano da Província de S. Tomé da Índia, nasceu em Macau por volta de 1570 e faleceu em Goa, a 25 de Janeiro de 1651. Os dados biográficos deste frade, recolheu-os e divulgou-os, com toda a segurança documental e espírito crítico, Frei Fernando Félix Lopes, pela primeira vez em 1962, na introdução à principal obra que Frei Paulo da Trindade deixou manuscrita e a partir de então editada. Desconhecem-se tanto o seu como os nomes dos seus ascendentes, bem assim como as datas do seu nascimento e baptismo, sendo totalmente despicienda a informação tardia que o pretende dar como filho de nobreza conhecida, mas sem se apontar concretamente o nome de ninguém. Depois de ter ido para Goa, ingressou na Ordem Franciscana, em que professou em datas ignoradas, com o nome com que é conhecido. Em 1595 era o mais jovem dos coristas do convento de Santo António de Basais. Aí cursou Artes e Teologia com Frei Manuel do Monte Olivete, português que aí teve questões com a Inquisição, vindo ele próprio a substituir o Mestre, em 1609, quando este regressou a Portugal. Permaneceu então Leitor de Teologia até se jubilar. Em 13 de Julho de 1618, e na qualidade de Leitor de Prima, coube-lhe dar a lição inaugural. Envolveu-se, ou envolveram-no, em reivindicações de autonomias de governo de Franciscanos das Índias relativamente aos Franciscanos de Portugal, nas primeiras décadas do século XVII, como se vê de queixas e correspondências apresentadas diante da Cúria Romana e da Propaganda Fide, directamente ou por meio do Colector da Santa Sé em Portugal. Em 1629, estava nas terras de Bardês e no Capítulo da Província, a maioria quis elegê-lo Provincial, tendo contudo o Comissário Geral Frei João de Abrantes feito vingar a candidatura dum apaniguado seu. Na sequência do óbito do recém-eleito Comissário Geral dos Franciscanos para a Índia, em Setembro de 1633, Frei Paulo da Trindade tivera de assumir este cargo. O Vigário Geral, Frei António Henriques, nomeou- o Comissário Geral na Índia, em 1633. Nessa qualidade, viera a desempenhar, para o período de 1634-1636, as funções de visitador de ambas as Províncias franciscanas de S. Tomé e da Madre de Deus, tempos atrás elevadas a tal categoria, por letras apostólicas Ex iniuncto de 1 de Setembro de 1612, do Papa Paulo V e pela Constituição Apostólica Sacri Apostolatus, de 11 de Janeiro de 1622, do Papa Gregório XV. A 7 de Janeiro de 1635, presidiu em Goa ao Capítulo Provincial que mandou a Roma Frei Miguel da Purificação para defender a Província que o Rei de Portugal pretendia reduzir novamente a Custódia. Em Janeiro de 1637, o Vice-Comissário que presidiu ao Capítulo da Província da Madre de Deus já não foi ele, mas Frei Valério de S. Miguel. Escreveu algumas obras e opúsculos de Teologia e Direito, deixadas manuscritas e recenseadas por Barbosa Machado, designadamente: uma “Theologia Moral”; “O juramento delRey D. Affonso Henriques. Embaixada que elRey D. Manoel mandou a Roma. Inventario do prezente, que o Embaxador levava a Sua Santidade e outras noticias curiosas”; “Breve Recopilação do poder... que tem os Confessores Mendicantes... para absolver e dispensar particularmente nas partes da Índia Oriental, e Occidental”; “Conquista Spiritual do Oriente em que se dá relação de algumas cousas mais notaveis, que fizerão os Frades Menores da Santa Provincia de S. Thome da Indi.a.. repartida em tres livros”. Este último manuscrito, composto por volta de 1630, embora com aprovação dada em 1643 pela Inquisição de Goa para a impressão, só foi publicado em 3 volumes, respectivamente em 1962, 1964 e 1967, pelo Centro de Estudos Históricos Ultramarinos de Lisboa, com transcrição, introdução e notas de Frei Félix Lopes, OFM, tendo como base o texto do códice latino n.º 7746 da Biblioteca do Vaticano. Descoberto em 1924 por Leonardo Lemmens, é o único exemplar completo actualmente conhecido, e vários foram os que pensaram editá-lo, nomeadamente Martinho da Silva Carvalhosa, OFM, para a Faculdade de Missiologia da Universidade Propaganda Fide, Frei Aquiles Meersman, OFM e o Padre António da Silva Rego, que na impossibilidade de o fazer pessoalmente, recorreu à competência de Frei Félix Lopes. Trata-se de uma obra com 279 capítulos, que perfazem 1362 páginas na versão impressa. Redigida ao estilo da época, ostenta certo sabor apologético, pois tem em vista refutar e demonstrar ser historicamente uma monstruosidade o que certo autor afirmou em italiano, ao dizer que “os frades de S. Francisco na India não se occupavão em fazer Christandades, mas somente em enterrar diffuntos, e cantar missas de Requiem”. O certo é que, ao efectuar tal, a sua obra “saiu tão documentada e completa, que sempre a consideraram uma verdadeira Crónica”. [A.S.A.] Bibliografia: TRINDADE, Frei Paulo, Conquista Espiritual do Oriente, 3 vols., (Lisboa, 1962); MEERSMAN, Achiles, “The Chapter of the Madre de Deus Province in India”, in Studia, n.º 5, (Lisboa, 1960); TEIXEIRA, Padre Manuel, Macau e a sua Diocese, vol. III, (Macau, 1956-1961).
No dia 17 de Janeiro de 1670, saíu do porto de Macau para Timor o navio de Miguel Grimaldi. No dia 25 de Janeiro de 1670, partiu do porto de Macau para Larantuca uma nau pertencente a D. Catarina de Noronha, denominada Nossa Senhora do Rosário e Almas do Purgatório, tendo por capitão Diogo Monteiro.
No dia 25 de Janeiro de 1840, regressaram já sacerdotes a Macau os Padres da Congregação da Missão Joaquim José Chaves e José Maria Romão, que saíram para Manila a 18 de Dezembro de 1839 a fim de serem ordenados ali. Os seminaristas de Macau desde 1828 a 1846 – período em que por morte de Fr. Francisco Chacim, O. F. M., não houve prelado – foram quase todos ordenados em Manila e alguns na China.
No dia 25 de Janeiro de 1923, o B.O. n.° 3-S expressa público reconhecimento à Direcção do Hospital chinês Kiang Wu pelos muitos e valiosos auxílios prestados durante as ocorrências que perturbaram a cidade no ano passado. Igual agradecimento é dirigido à Santa Casa da Misericórdia. Assina o novo Governador – Rodrigo Rodrigues – que determina, no mesmo B.O. n° 3-S, que se não faça mais referência a tais ocorrências, para que caiam no esquecimento. Convida as associações fechadas a 8 de Junho de 1922 a regularem os seus estatutos para poderem reabrir e determina que sejam readmitidos nos Serviços Públicos aqueles operários que, por motivo das mesmas ocorrências, tinham sido despedidos. Mais: que nada conste nos seus cadastros. É uma espécie de amnistia do recém-chegado Governador. (Cfr. Beatriz Basto da Silva, Cronologia da História de Macau III,,1923, Janeiro, 27).
O Leal Senado, em sua sessão ordinária de 25 de Janeiro de 1939, resolveu dar a denominação de 'Avenida Infante D. Henrique', à via pública projectada que, partindo do cruzamento da Avenida Almeida Ribeiro com a Rua da Praia Grande, atravessa a Avenida Comandante Nata Oliveira e vai terminar numa rotunda nos aterros da baía da Praia Grande.
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