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Macau e a Rota da Seda: “Macau nos Mapas Antigos” Série de Conhecimentos (I)
Escravo Negro de Macau que Podia Viver no Fundo da Água
Que tipo de país é a China ? O que disseram os primeiros portugueses aqui chegados sobre a China, 1515

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Trata-se de um significativo conjunto de cerca de seis mil folhas manuscritas, cronologicamente situadas, na sua grande maioria, entre meados do século XVIII e a primeira metade da centúria seguinte. A temática desta documentação diz respeito às relações entre as autoridades portuguesas e chinesas a propósito do território de Macau, versando múltiplos e variados temas, no âmbito dos contactos ofic
No dia 4 de Fevereiro de 1557, com D. João III - Bula de Paulo IV - Pro Excellenti Preminentia - Macau incluída na Diocese de Malaca, Padroado da Coroa Portuguesa, dependente de Goa. (Cfr. Wu Zhiliang. Segredos de Sobrevivência. O Sistema Político e o Desenvolvimento Político de Macau. Associação de Educação de Adultos de Macau, 1999, p. 109).
D. Joaquim de Sousa Saraiva, C. M. (Bispo de Pequim 北京), nasceu a 15 de Outubro de 1764 no lugar de Camalhotes, freguesia do Olival, termo de Ourém e diocese de Leiria. Faleceu em Macau, a 4 de Fevereiro de 1818. Provavelmente, terá sido por volta dos 10 anos de idade que Joaquim de Sousa Saraiva terá sido cativado pelos padres da Congregação da Missão (Lazaristas) fundada por S. Vicente de Paula, tendo feito os votos no Colégio de Rilhafoles aos 17 anos e com 23, em 1787, ordenado presbítero com dispensa de idade canónica. Excelente aluno, fechou os seus estudos com uma muito apreciada tese na área da Lógica Formal, após o que foi chamado para responsável da casa de formação que os Lazaristas tinham em Évora, onde granjeou fama como confessor e professor de Filosofia e Matemática e permaneceu até aos 39 anos. Foi nesta altura que foi eleito bispo titular de Tipassa e coadjutor de Pequim 北京 com futura sucessão, por bula papal de 20 de Agosto de 1804. Contudo, àquela data D. Joaquim deixara já Lisboa e estas nomeações seriam formalizadas somente quando já se encontrava a caminho de Macau, onde chegou a 16 de Setembro daquele ano. A pressa da partida deveu-se não só aos calendários das saídas dos barcos para o Extremo-Oriente, mas também ao desesperado apelo do ainda titular de Pequim 北京, D. Alexandre Gouveia, a braços com inúmeros problemas na manutenção de tão extensa diocese. Fora aberta uma extensão na Coreia, que traria novas dificuldades, às quais se juntava a necessidade de defesa do prestígio científico que as Missões Portuguesas procuravam manter para serem aceites junto à corte pequinense, ainda mais com os conflitos que se agudizavam entre as várias Missões estrangeiras na pretensão de cada qual ganhar os favores imperiais. Funcionando a diocese portuguesa de Pequim 北京 como embaixada dos interesses de Portugal em geral, e dos mercadores de Macau em particular, estava integrada nesse grande braço político-religioso que era o Padroado Português do Oriente. À primeira vista, D. Joaquim de Sousa Saraiva passou pela diocese de Pequim 北京 sem deixar memória viva no cidadão comum, apesar de ter sido o seu último bispo consagrado. Isso dever-se-à à sua permanente atitude discreta, num quadro estratégico difícil para ele, para o Padroado e para o próprio governo de Macau. Os eventos que se desenrolaram entre 1805 e a sua morte levaram mesmo a que não fosse confirmado outro bispo para aquela diocese. Na verdade, poucos meses depois de ter chegado a Macau, e quando se preparava para partir para Pequim 北京, o imperador Jiaqing 嘉慶 proibiu o culto cristão e a entrada de padres, em mais uma das periódicas e violentíssimas ‘perseguições’, muitas vezes com muito mais motivações políticas devido ao desnorte dos representantes católicos, do que por intolerância meramente religiosa. D. Joaquim ficou, deste modo, retido no Território sob governação portuguesa. Entre 1808 e 1810, já após a morte de D. Alexandre Gouveia e a assumpção da mitra de Pequim 北京 por D. Joaquim Saraiva, este viu-se envolvido em estranhas negociações entre o poder político de Macau, liderado pelo ouvidor Miguel de Arriaga Brum da Silveira, e os mandarins da província de Guangdong 廣東, a propósito da captura do rebelde Kam-Pau-Sai (Zhang Baozai 張保仔) pelos portugueses e da ajuda chinesa na expulsão dos ingleses do Território onde teriam acorrido, com autorização régia, com o pretexto da protecção de qualquer ataque francês, num prolongamento, ali, da Guerra Peninsular. Tanto o bispo como o próprio príncipe regente D. João, retirado no Rio de Janeiro, chegaram-se a convencer da possibilidade de D. Joaquim ocupar a sua cadeira episcopal, mas ainda não era desta vez que chegaria a autorização imperial. Perante uma situação adversa, com a crescente dificuldade de coordenação dos padres em apostolado na China, com as desconfianças em relação ao seu procurador Nunes Ribeiro a aumentarem, e alojado em diocese alheia, D. Joaquim exerceu o seu múnus com fortes limitações, maiores incompreensões e, sobretudo, sob enorme ansiedade. Todas estas circunstâncias ter-lhe-ão agravado o estado de saúde, de modo a provocar-lhe a morte, infortunadamente pouco antes da autorização de entrada na China, a 4 de Fevereiro de 1818, com 53 anos de idade, tendo sido sepultado no altar-mor da Igreja de S. José, em Macau. Perante as dificuldades acumuladas da diocese portuguesa de Pequim 北京 e das investidas das Missões Estrangeiras junto à corte do Filho do Céu, desacreditando o Padroado, alguns bispos chegaram a ser depois eleitos, mas nenhum foi confirmado, desenhando- se deste forma o fim daquela jurisdição episcopal. Quanto a D. Joaquim de Sousa Saraiva, para além da sua luta diplomática na tentativa de ocupar o lugar que lhe cabia e de deixar fama como professor no Seminário de S. José de Macau, ganhou sobretudo relevo a compilação e transcrição que fez de velhos documentos que existiam no Senado da cidade, em risco de perda absoluta. Estes documentos, importantes para a história da presença portuguesa no sul da China, salvaguardou-os o prelado através de pacientes e meticulosas cópias. A sua ideia deveria consistir numa elaboração de uma história de Macau, como resposta à pretensão de Martinho de Melo e Castro, ministro da rainha D. Maria I. Morto antes de conseguir concretizar o seu desejo, os seus apontamentos foram aproveitados por Andrew Ljungstedt para a concretização de An historical sketch of the Portuguese settlement in China, a primeira história impressa de Macau, e estão hoje depositados no Arquivo Histórico Ultramarino de Lisboa, com umas cópias na Biblioteca Nacional da mesma cidade. D. Joaquim foi também construtor de um sofisticado relógio, cujo modo de construção descreveu pormenorizadamente em carta, tendo chegado a procurar registar a patente na Academia de Londres. [A.F.S.] Bibliografia: LUNGSTEDT, Andrew, Um Esboco Histórico dos Estabelecimentos dos Portugueses e da Igreja Católica Romana e das Missões na China, (Macau, 1999); SOUSA, Acácio Fernando de, D. Joaquim de Sousa Saraiva: A Contribuição para a História de Macau, (Macau, 1998).
Na sequência dos acontecimentos despoletados com a I Guerra do Ópio (1839-1842), a comunidade britânica presente em Cantão pediu ao Governador de Macau, Adrião Acácio da Silveira Pinto, para se refugiar na Cidade. Apesar da recusa inicial do Governador, os súbditos britânicos acabaram por desembarcar em Macau no dia 23 de Janeiro de 1840, onde passaram a residir. Contudo, a sua presença desencadeou o protesto das autoridades chinesas, protagonizado pelo Tao-tai (Daotai 道台), que a 31 de Janeiro visitou o Estabelecimento e comunicou ao Procurador dos Negócios Sínicos que, se os britânicos não saíssem de Macau no prazo de cinco dias, o comércio português seria suspenso, os chineses abandonariam a Cidade e seria utilizada a força para expulsar a comunidade britânica. No dia 1 de Fevereiro esta ameaça era confirmada através de uma proclamação imperial onde se anunciava novamente a intenção de cercar e prender os ingleses que se haviam fixado em Macau. Face ao agravar da situação, o Superintendente Britânico Charles Elliot requisitou ao Governador de Macau uma guarda para proteger a sua pessoa e os bens britânicos, pedido que foi recusado por Silveira Pinto. Na sequência desta recusa, a 4 de Fevereiro de 1840, as autoridades britânicas decidem enviar uma força naval, utilizando para o efeito a corveta Hyacinth, largada a partir da fragata Volage que se encontrava fundeada na rada de Macau. Seguiu-se uma troca de correspondência entre o Governador Silveira Pinto e o Capitão H. Smith, comandante dos navios britânicos, onde este justificava a actuação das suas forças com a necessidade de proteger as pessoas e os bens britânicas. Por seu lado, Silveira Pinto, sem se deixar intimidar pela demonstração de força britânica, responde ao comandante britânico de uma forma firme e decidida, chamando a atenção para as consequências que poderiam advir para a segurança da Cidade e exigindo a retirada da corveta Hyacinth. A corroborar a posição do Governador também o Leal Senado de Macau lavrou um protesto contra a acção invasora do porto de Macau, protesto que foi de imediato remetido ao capitão H. Smith e ao superintendente Charles Elliot. A troca de correspondência manteve-se e, finalmente, depois do Governador Silveira Pinto anunciar a retirada das forças chinesas que se encontravam estacionadas junto ao pagode da Barra, a corveta Hyacinth saiu do porto, tal como havia anteriormente prometido. Este curto episódio da entrada da corveta Hyacinth no porto de Macau, integrado no contexto da I Guerra do Ópio, é revelador da estratégia política da Grã-Bretanha no Império da China, mas permite simultaneamente perceber os contornos da política de neutralidade seguida pelas autoridades de Macau durante o conflito sino-britânico. Por outro lado, esta ocorrência não deixou de exaltar ainda mais os ânimos anti-britânicos já presentes no Estabelecimento, onde eram constantemente recordadas as tentativas de ocupação de Macau ocorridas no início de Oitocentos por parte das forças britânicas. A corveta Hyacinth, acompanhada pelos navios Lane, Louise e Enterprise foi ainda protagonista de uma intervenção militar contra forças chinesas junto aos limites de Macau, no dia 19 de Agosto de 1840. [A.G.D.]Bibliografia: DIAS, Alfredo Gomes, Macau e a I Guerra do Ópio, (Macau, 1993); GRAHAM, Gerald S., The China Station.War and Diplomacy (1830-1860) , (Oxford, 1978).
CASTRO, D. JOÃO PAULINO DE AZEVEDO E (1852-1918). Filho de Amaro Adrião de Azevedo e Castro e de Maria Albina Carlota da Silveira, D. João Paulino de Azevedo e Castro nasceu nos Açores (Lajes do Pico), no dia 4 de Fevereiro de 1852. Depois de frequentar os estudos primários e secundários nos Açores, ingressou no Seminário de Coimbra e matriculou-se no curso de Teologia da Universidade de Coimbra, que concluiu em Julho de 1879. Neste mesmo ano, a 31 de Agosto, foi ordenado sacerdote na Capela do Paço Episcopal de Angra do Heroísmo. Mantendo-se ligado à Sé desta cidade açoriana, D. João Paulino de Azevedo e Castro, em 1890, foi promovido a tesoureiro-mor, chegando a ocupar o lugar de vice-reitor do Seminário. A par da sua carreira eclesiástica, D. João Paulino de Azevedo e Castro dedicou-se à actividade docente no seminário diocesano, tendo leccionado Teologia, Filosofia, História Eclesiástica e Direito Canónico. Apesar de ter sido nomeado Arcediago, acabou por não tomar posse em virtude de ter sido eleito Bispo de Macau pelo papa Leão XIII, o que foi confirmado em 9 de Junho de 1902. D. João Paulino de Azevedo e Castro pertenceu a um grupo de prelados com origem nos Açores que desempenharam um relevante papel religioso e político no Território. Lembremos a figura de D. José da Costa Nunes, Vigário-Geral de D. João Paulino a partir de 14 de Julho de 1906, que o substituiu à frente do bispado de Macau em finais de 1910. Uma vez em Macau, onde chegou no dia 4 de Julho de 1903, D. João Paulino de Azevedo e Castro deparou-se com alguns problemas de grande complexidade político-religiosa a que teve de dar resposta. O primeiro dizia respeito à redefinição dos limites da diocese de Macau e da prefeitura apostólica de Cantão, determinada pela Sagrada Congregação de Propaganda: a ilha de Hainão passava para a jurisdição da prefeitura e o distrito de Zhaoqing 肇慶 ficava sob a alçada da diocese de Macau. O governo francês e o prefeito apostólico tentaram opor-se à aplicação desta determinação, o que obrigou D. João Paulino de Azevedo e Castro a protestar energicamente junto do governo de Lisboa, reclamações que foram encaminhadas para Roma. Em Macau, D. João Paulino dirigiu os destinos do bispado no período crítico da implantação do regime republicano. O decreto de 8 de Outubro de 1910 ordenou a expulsão dos Jesuítas, determinação que foi executada em Macau no dia 19 de Novembro. As repercussões do regime republicano na vida dos religiosos de Macau estendeu-se a outras ordens, quando, em 29 de Novembro, se determinou a sua saída do Território. Depois de entregar o bispado a D. José da Costa Nunes, D. João Paulino de Azevedo e Castro saiu de Macau com destino à China no dia 4 de Dezembro. Depois de uma breve passagem por Hong Kong, dirigiu-se a Cantão em visita pastoral às Missões da China. Em Janeiro de 1911 passou por Singapura e por Malaca, regressando a Macau no dia 7 de Abril. Os momentos políticos difíceis que passou em Macau, no seguimento da proclamação da República, estimularam D. João Paulino de Azevedo e Castro a reflectir sobre as relações entre o Estado e a Igreja e sobre o papel que esta desempenhava no Extremo Oriente. A testemunhar esta sua preocupação, encontramos os muitos escritos que nos legou, devendo ser dado especial destaque a iO Padroado Português no Extremo Oriente e a Lei de Separação do Estado das Igrejas. Neste texto, dividido em três capítulos, D. João Paulino de Azevedo e Castro defende a ideia de que a evangelização tinha sido uma trave-mestra do processo de expansão da civilização nas nações “idólatras” e “selvagens”, sublinhando o seu alcance moral, utilitário e político. Enaltece o papel de Macau enquanto centro donde irradiava a acção missionária no Extremo Oriente, tentando provar a utilidade política da acção missionária portuguesa na China e em todo o Extremo Oriente. Um exemplo é avançado: o direito de Portugal reclamar a soberania sobre a ilha da Lapa e a ilha Verde devia-se à acção missionária desenvolvida naqueles locais desde o século XVII. A pertinência deste argumento assumiu um significado político muito particular, atendendo a que a questão da definição dos limites de Macau permaneceu em aberto no diálogo luso-chinês durante todo o primeiro quartel de Novecentos. Em 1915, iniciou a publicação de Os Bens das Missões Portuguesas na China. Os seus textos revelam um homem profundamente conhecedor da acção da Igreja, particularmente no Extremo Oriente, tema que norteou a sua investigação e a sua intervenção política e religiosa, através da palavra escrita e oral. Da sua acção em Macau ressaltaram a criação do Colégio de Perseverança, entregue ao cuidado das religiosas canossianas, vocacionado a acolher raparigas sem família; a criação de um orfanotrófio para o ensino de artes e ofícios a jovens chineses, entregue aos salesianos de D. Bosco; a promoção de escolas e asilos nos subúrbios da cidade de Macau; a criação do Boletim da governo da diocese de Macau. D. João Paulino de Azevedo e Castro permaneceu em Macau, onde faleceu no dia 17 de Fevereiro de 1918. Bibliografia: CASTRO, João Paulino de Azevedo e, Os Bens das Missões Portuguesas na China, (Macau, 1995); TEIXEIRA, Padre Manuel, Arquivos da Diocese de Macau, (Macau, 1970).
A D. Ana Teresa Vieira Ribeiro faleceu na Sé a 4 de Fevereiro de 1929. Ana Teresa Vieira Ribeiro é da 5ª geração da família macaense Vieira Ribeiro, O seu avó Inácio Vieira Ribeiro é comerciante e proprietário de várias casa em Macau. A D. Ana Teresa Vieira Ribeiro nasceu em S. Lourenço no ano de 1846, casou-se com Bernardino de Senna Fernandes à idade de 16 anos, após o falecimento do Conde Bernardino de Senna fernandes, estabeleceu a firma comercial 'Viúva de Senna Fernandes e Filhos'. Casou-se com seu sobrinho Leônico Alfredo Ferreira no dia 20 de Dezembro de 1894.
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