熱門搜索

CONSTRUIR · PARTILHAR · LEGAR

"Memórias de Macau" lança a edição para download do calendário eletrónico "Afetos pela Zona Norte de Macau" de 2026, convidando a explorar e saborear a transformação e o charme da Zona Norte, revivendo a sinceridade e o calor da vida comunitária!
Download agora Calendário

Mais

O website lançou Programa de partilha de imagens "Minha Memória de Macau", que visa incentivar os residentes a capturar, através da sua perspectiva, momentos preciosos da vida, instantes subtis e comoventes, integrando as suas experiências pessoais na memória coletiva da cidade.

>>Ir à página

Mais

Os termos e serviços do website “Memória de Macau” já foram atualizados. Clique >>consultar para conhecer o novo conteúdo. O contínuo de uso significa que os aceitou. Em caso de dúvida, seja bem-vindo de contactar connosco.

Mais

O projecto “Memória de Macau” foi galardoado com “Estrela de Descobrimento” do “Prémio Global 2024 para Casos Inovadores em Educação do Património Mundial (AWHEIC)”.

Mais

Trata-se de um significativo conjunto de cerca de seis mil folhas manuscritas, cronologicamente situadas, na sua grande maioria, entre meados do século XVIII e a primeira metade da centúria seguinte. A temática desta documentação diz respeito às relações entre as autoridades portuguesas e chinesas a propósito do território de Macau, versando múltiplos e variados temas, no âmbito dos contactos ofic

Mais

1597

No dia 5 de Fevereiro de 1597, escreveu o Rei Filipe II ao Vice-Rei da Índia, dizendo que tinha informações de que os moradores de Macau já viviam com mais sossego do que dantes, embora continuasse a haver entre eles rixas, que se não podiam acabar.

1597

Em 1596, martírio de 26 missionários (padres e “irmãos”, tanto europeus como asiáticos), em Nagasáqui. A perseguição geral de 1587 a 1597 foi mitigada pelos daimios cristãos junto do terrível Taikossama Hideyoshi Toyotomi (1536-1598) Alguns dos ossos destes mártires estão depositados no campo santo da Igreja de S. Paulo de Macau, onde hoje existe um museu sacro. Entre eles havia crianças! Antes de serem crucificados foram maltratados. Quadro mandado pintar pelo Leal Senado, existente no Paço Episcopal, de Macau.

1614

CARVALHO, CAPITÃO LOPO SARMENTO DE (?-?). Natural de Bragança, era filho de Lopo Roiz de Carvalho e, aparentemente, fidalgo da família Sarmento de Trás-os-Montes. Segundo Charles R. Boxer, possivelmente, era parente de Lopo Sarmento, o alcaide do castelo de Bragança que se opôs à entrega do castelo aos castelhanos em 1580. Deve ter ido para o Oriente no ano de 1607, onde serviu como soldado e capitão. Em 29 de Abril de 1614, o vice-rei da Índia enviou Lopo Sarmento como capitão-mor de uma armada de socorro à fortaleza de Malaca, donde havia a notícia que poderia ser atacada por holandeses e gente do Achém. Quando chegou a Macau já tinha a nomeação para capitão-mor da viagem ao Japão. Em 1616-1617 foi capitão-geral de Macau, lugar que deteve até ao ano de 1623, em virtude do capitão do navio do trato, ter por inerência do cargo, a tutela da praça, enquanto ali permanecesse por causa do regime de monções que condicionava a viagem ao arquipélago nipónico. Em 1617-1618 estava no Japão e conduziu uma missão diplomática à corte do novo xógum Tokugawa Hidetada, a qual não teve o fim desejado. Lopo Sarmento casou com D. Maria Cerqueira, natural de Macau e de ascendência humilde, e teve filhos, em Macau, nomeadamente Inácio, Joseph, Domingos e Teresa. Maria de Cerqueira era filha e neta de portugueses, por lado paterno, e filha de mulheres locais, por lado materno. Uma das suas irmãs também casou com um membro distinto da elite macaense, António Fialho Ferreira, nascido em Sesimbra. A capitania da viagem ao Japão, em 1617, deve ter rendido bom proveito, pois, três anos mais tarde, adquiriu três viagens ao Japão que corriam por conta do Mosteiro da Encarnação de Madrid. Em carta datada de 5 de Fevereiro de 1620, sobre a venda destas viagens, o vice-rei escreveu que Lopo Sarmento tinha pago pelas viagens 68 mil xerafins e lhe tinha pedido um fundidor para fazer artilharia em Macau. Aparentemente, tal solicitação deu origem à ida de Manuel Tavares Bocarro para Macau, onde fundou uma fundição de artilharia que funcionou durante vários anos e se notabilizou pela sua qualidade em todo o Sudeste Asiático. Como capitão da cidade de Macau, entre 1621 e 1623, Lopo Sarmento tomou parte na célebre defesa da cidade quando os holandeses a tentaram invadir em 1622. Como recompensa, o rei Filipe II deu-lhe o hábito de Cristo. No entanto, das três viagens adquiridas apenas realizou uma, pois as outras foram suspensas em virtude de terem de ser realizadas para proveito das fortificações de Macau. Lopo Sarmento foi a Goa no final de 1622 e voltou a Macau no ano seguinte, sem conseguir realizar o propósito de reaver as ditas viagens. Regressou acompanhado por D. Francisco de Mascarenhas, o primeiro capitão-geral nomeado por Goa para Macau. A viagem foi atribulada, em virtude do barco de Lopo Sarmento ter sido atacado por holandeses. Apesar de espírito de luta pela defesa, os tripulantes foram obrigados à rendição e o fidalgo foi feito prisioneiro em Batávia. Em 1629, encontrava-se em Goa. Nesse ano comprou mais três viagens ao Japão e três a Manila, tendo pago 306.000 xerafins na totalidade. De acordo com o contrato feito com a Fazenda real em Goa, Lopo Sarmento ficou obrigado a pagar 30.000 xerafins ao indivíduo provido com a viagem do Japão pelo vice-rei e a trazer 1.200 picos de cobre, dando-os à fazenda de Macau ao preço de 20 xerafins por pico de peso de Macau, e 48.000 xerafins pagos em Macau no fim da cada viagem, ao administrador da Fazenda. Foram seus fiadores, o cunhado Fialho Ferreira e Gaspar Homem, em Macau, e Manuel de Morais Supico, em Goa. No entanto, não foi capaz de cumprir as condições do contrato devido a vários azares. Um deles foi a perda do navio São Francisco Xavier, enquanto que o Nossa Senhora do Rosário só chegou a Macau, vindo do Japão, em 1632. O seu procurador em Goa, João de Mesquita, tentou que fosse discutido o contrato, e depois de várias reuniões o vice-rei decidiu que Lopo Sarmento pagasse a Macau a quantia de 20.750 xerafins. No entanto, o fidalgo tinha feito as três viagens ao Japão, indo ele pessoalmente a Nagasáqui pelas três vezes, enquanto o seu cunhado levou a cabo as viagens a Manila. A 26 de Outubro de 1639 morreu D. Maria Cerqueira, tendo sido enterrada na capela Jesus na Igreja de Madre de Deus. Em 1642, Lopo de Sarmento e António Fialho Ferreira, que tinha voltado de Portugal, aclamaram a eleição de D. João IV. Antes deste acontecimento, Lopo Sarmento tinha pedido ao rei de Portugal que o autorizasse a regressar a Lisboa, após trinta e seis anos de serviço à coroa portuguesa no Oriente. A solicitação foi autorizada em 1644 e era extensiva à sua família, podendo fazer a viagem em navio próprio ou por si fretado. Segundo Charles R. Boxer, a concessão foi obtida pela influência do seu cunhado Fialho Ferreira, que se preparava para ir ao Japão, integrado na embaixada de Gonçalo de Siqueira. Não se sabe ao certo a data do seu falecimento, mas ocorreu provavelmente em 1645, pois em 1646 o seu filho Inácio Sarmento já era designado por herdeiro do seu pai. Bibliografia: BOXER, Charles R., Breve Relação da Vida e Feitos de Lopo e Inácio Sarmento de Carvalho, Grandes Capitães que no Século XVII Honraram Portugal no Oriente (Macau, 1940); TEIXEIRA, Padre Manuel, Vultos Marcantes em Macau, (Macau, 1982).

1710

No dia 5 de Fevereiro de 1710, o Senado agradeceu ao Vice-Rei a ordem dada ao Capitão-Geral desta cidade, Francisco de Melo e Castro, para se não intrometer no governo político do Senado; e ainda sobre: a preferência concedida aos barcos desta cidade sobre sândalo de Timor; o alívio da côngrua do Bispo, consignando-a às feitorias de Damão e Chaúl; e a isenção de direitos aos barcos de Macau que demandassem os mares de Goa; e pediu a remessa de alguns barris de pólvora.

1787

No dia 3 de Janeiro de 1787, o Conde Jean-François de Lapérouse (1714-1788) chega a Macau, onde permanece até 5 de Fevereiro. Segue depois, com portugueses deste porto a refrescar a sua tripulação, para as Filipinas, Formosa, Austrália (Botany Bay — futura Sidney — é a última escala conhecida). Desapareceu num naufrágio em Vani-koro (1788) mas sabe-se que fez o reconhecimento da Nova Caledónia. Lapérouse tinha conhecido o Governador de Macau — Bernardo Aleixo Lemos de Faria — enquanto visitou Goa (18 a 25 de Dezembro de 1774). O Conde fazia por ordem de Luís XVI uma viagem de exploração científica à volta do mundo, com as fragatas La Boussole e L’ Astrolabe, deixando documentados, em cartas dirigidas ao rei e ministros, aspectos e ilustrações dos portos que ia tocando, entre eles naturalmente Macau. Duche de Veney, desenhador desta expedição, pintou numa parede branca do Convento de S. Francisco, nesse ano de 1787, a imagem de S. Francisco com os seus emblemas, pintura essa que era tida como obra-prima.

1842

No dia 5 de Fevereiro de 1842, o Leal Senado reunido em sessão, pronuncia-se contra a ideia de demolir o Convento e Igreja de S. Francisco, que tem contígua a ela um “Campo Santo de Pública devoção”. A demolição veio a fazer-se, mas não para edificar um palacete residencial para o Governador Adrião Acácio da Silveira Pinto, que andava desde 1839 a diligenciar nesse sentido.

1864

No dia 5 de Fevereiro de 1864, perderam-se as lorchas Nos. 9 e 10, por motivo de explosão, quando se batiam com quatro taumões de piratas, que as atacaram, na altura de Unchiu, ao seguirem em comboio, de Fuchau para Shanghai. Em virtude do auxílio pedido pelo Cônsul de Portugal, H.W. Dent, que ignorava que as lorchas tinham sido destruídas pelas explosões, o Cônsul britânico de Fuchau, R.L. Forrest, enviou a canhoneira Cockchafer, do comando do Tenente Dayrell, que encontrou três juncos de piratas na passagem de Lampan, os quais foram destruídos após um vivo combate. Das lorchas portuguesas só se salvaram cinco homens.

1865

No dia 5 de Fevereiro de 1865, grande incêndio na povoação da Horta da Mitra, em que 200 barracas de chineses foram devoradas pelas chamas. (Provavelmente acidente provocado por panchões do Ano Novo Chinês).

1871

No dia 5 de Fevereiro de 1871, o Conselheiro Francisco Maria da Cunha foi eleito, pela segunda vez, Deputado por Macau no Reino.

1889

No dia 5 de Fevereiro de 1889, toma posse como Governador de Macau e exerce o cargo até 1890 Francisco Teixeira da Silva, homem com longa carreira colonial e no reino. No seu mandato teve que resolver os avanços de carácter judicial que o Mandarim Ngai personalizou, instalando-se em Macau, com tabuleta a anunciar so seus préstimos. O Procurador agiu e, à ordem do Governador, o dito mandarim abandonou a posição em vinte e quatro horas. Pergunta-se que crédito dar ao Tratado de 1887 assinado em Pequim? É certo que não definia limites..., assunto que transitou sempre de governo em governo, como difícil de resolver. No seu tempo iniciaram-se os aterros da Ilha Verde, que os chineses viam como extensão territorial. Também, por resolver, a quem ficou a pertencer o terreno entre as Portas do cerco e o Passaleão, depois da tomada do forte pelos portugueses. (V. Governadores de Macau, pp. 275 a 277).

1944

Nos termos do decreto n.º 33517 de 5 de Fevereiro de 1944, é autorizado o Banco Nacional Ultramarino a emitir em Macau certificados representativos da moeda privativa de Macau.

1944

Desde 5 de Fevereiro até 2 de Dezembro de 1944 é publicado mensalmente o periódico Mocidade Que Passa.

Mais

Aviso Importante: Anúncio sobre a actualização dos "Termos e Serviços" do website de Cultura e História "Memória de Macau"

Caros membros do website "Memória de Macau", olá!

Agradecemos o vosso apoio e confiança ao longo do tempo ao website de Cultura e História "Memória de Macau". A fim de otimizar a qualidade dos serviços a prestar aos membros e proteger os seus direitos e interesses, será implementada, oficialmente, uma nova versão dos "Termos e Serviços" que entrou em vigor a 28 de Abril de 2025. Por favor, leiam o texto completo da versão actualizada. O conteúdo pode ser consultado aqui:

👉 Clique aqui para tomar conhecimento da versão actualizada dos "Termos e Serviços"

Li, concordo e aceito o conteúdo actualizado dos "Termos e Serviços".

Caso tenha alguma dúvida sobre a versão atualizada, não hesite em contactar-nos.

Agradecemos o vosso contínuo apoio e confiança. O website de Cultura e História "Memória de Macau" continuará a prestar serviços aos seus membros de forma segura e conveniente.

Com os melhores cumprimentos,

Website de Cultura e História "Memória de Macau"

Data de actualização: 28 de Abril de 2025

Pesquisa avançada

Palavra-chave

    Tópico

    Tipo

    Local

    Período

    Instruções de uso

    Pesquisar em todo o site

    Login