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Data de atualização: 2020/07/20
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No dia 18 de Julho de 1847, o Sendo Bispo da Diocese D. Jerónimo José da Mata, foi fundada em Macau a Arquiconfraria do Imaculado Coração de Maria, na Paróquia de Santo António. O 1.º Centenário foi solenemente lembrado em 15 de Abril de 1947, sendo pároco o Padre José António Augusto Monteiro. Ao longo dos primeiros 100 anos inscreveram-se, segundo o livro do catálogo,1691 associados. (Cfr. esta Cronologia…, 1947).
Fundada Arquiconfraria do Imaculado Coração de Maria em Macau
No dia 20 de Março de 1847, o Senado dirige-se ao Pe. Leite, porque não dispõe de local apropriado para albergar em Macau um Estudo Público, solicitando-lhe que disponibilize no Colégio de S. José “alguns lugares acomodados” para esse efeito, onde se ensinam primeiras letras, contas, doutrina cristã, gramática portuguesa, aritmética, álgebra e geometria, geografia, história geral, e particular de Portugal. Mas o Pe. Leite escusa-se, porque o Seminário se destina a fins que exigem retiro e ainda por ter falta de espaço disponível. Tendo-lhe sido feito convite para Inspector da dita escola, quando existisse, aceitou, em termos pessoais.
Senado dirige-se ao Pe. Leite falando do Colégio de S. José
O Boletim Oficial (de 29 de Março de 1879) publica o anúncio da arrematação do edifício do “Theatro D. Pedro V”, penhorado em execução movida pelo Leal Senado contra a sociedade proprietária. O Teatro é vendido em leilão judicial por 1.400 reis (mais 672 reis pelos trastes), segundo o Boletim Oficial de 10 de Julho de 1880. Entretanto é fundado o Clube União e são os seus sócios (agremiados publicamente por escritura celebrada em 25 de Setembro de 1879) - que adquirem o teatro, com o nome de “Associação dos Proprietários do Theatro D. Pedro V”; nos estatutos do Clube União, aponta-se para um único fim: o clube deve manter o teatro, ao serviço da população portuguesa de Macau. (Cfr. esta Cronologia…,1879, Agosto, 28).
Clube União
No dia 28 de Agosto de 1898, apareceu o Semanário Lusitano, com redacção na Calçada do Gamboa, pertencendo ao Conselheiro Artur Tamagnini de Abreu da Mota Barbosa e tendo por principais colaboradores João Albino Ribeiro Cabral, Horácio Poiares e João Pereira. Cessou a publicação em Dezembro de 1899. Publicou 70 números até 24 de Dezembro de 1899.
Aparecimento do Semanário Lusitano
No dia 4 de Agosto de 1882, é aberta da Escola de Coloane, para 26 crianças chinesas do sexo masculino. No dia 21 do corrente, é inaugurada e aberta a Escola da Taipa para crianças chinesas do sexo masculino.
Abertura da Escola de Coloane e da Taipa
No dia 5 de Agosto de 1871, por resolução do Leal Senado foi colocado, na sala de entrada da Câmara, o retrato do Pe. Francisco Xavier Rôndina, S.J., pelo grande impulso que deu à instrução, em Macau.
Retrato do Pe. Francisco Xavier Rôndina, S.J., na Câmara
No dia 17 de Setembro de 1871, foi fundada a Associação Promotora da Instrução dos Macaenses (APIM), destinada à educação dos filhos da terra. Em 1878 cria a “Escola Comercial”, procurando conciliar esta com o Seminário. Em 1872 foi acordado o apoio monetário da APIM ao ensino técnico no Seminário (Aritmética, Arte de Guarda-livros, Operações Bancárias e Língua Chinesa, Cantonense e Mandarim, falada e escrita, conforme se lê no Boletim da Província de 31 de Agosto de 1872). Mais tarde a Escola Comercial pretende entender-se com o Liceu para estabelecimento de um “Instituto Comercial, de forma a dar corpo à segunda secção do curso comercial”. No dia 29 de Setembro do mesmo ano, a Portaria Provincial n.º 51 publica os estatutos da Associação Promotora da Instrução dos Macaenses, renovados pela P.P. n.º 68 de 4 de Setembro de 1885.
Fundada a Associação Promotora da Instrução dos Macaenses (APIM)
António Feliciano Marques Pereira faleceu em Bombaim, Índia, a 11 de Setembro de 1881. Nasceu em Lisboa a 1 de Junho de 1839, matriculou-se em 1856 na Faculdade de Direito de Coimbra, mas por motivos particulares desistiu de estudar. Regressou a Lisboa e dedicou-se ao jornalismo, entrando em 1858 para o corpo redactorial do periódico Lei e Ordem de José Bernardo da Silva Cabral, mais tarde Conde de Tomar. Nesse jornal publicou alguns romances em folhetim, ao mesmo tempo, que colaborava no Archivo Pitoresco, Revista dos Espectáculos, Revista de Lisboa, Arquivo Familiar, Illustração Luso-Brasileira, etc. Em 1859 decidiu ir para Macau, onde veio a exercer as funções de superintendente da emigração chinesa e procurador dos negócios sínicos. Em 1862 foi nomeado secretário da Missão Diplomática à Corte de Pequim. Foi o redactor do Boletim do Governo de Macau desde 20.3.1860 até Abril de 1862 e fundou o seminário Ta-ssi-yang-kuo, que se publicou de 8.10.1863 a 22.4.1866. Em 1869 demitiu-se do cargo de procurador dos negócios sínicos para poder defender-se de graves acusações que lhe fazia o jornal O Echo do Povo, que se publicava em Hong Kong. Passado pouco tempo regressou a Lisboa, com seus filhos para os educar em Portugal. Foi então nomeado cônsul de Portugal no Sião e nos Estabelecimentos do Estreito (Singapura e Malaca), sendo mais tarde transferido para as mesmas funções em Bombaim, onde faleceu. Publicou em Macau as seguintes obras: Relatório da emigração chines em Macau, 1864; Relatório das atribuições da procuratura dos negócios sínicos da cidade de Macau, 1867; As Ephemerides comemorativas da história de Macau, 1868; As alfândegas chinesas de Macau, 1870; O Padroado Português na China, 1873.
António Feliciano Marques Pereira faleceu em Bombaim
No dia 12 de Março de 1847, J. Matheson, comerciante em Macau, deixou, ao retirar-se para a Europa, ao Governo de Macau na pessoa de Adrião Acácio da Silveira Pinto, o presente de 5.000 patacas espanholas para um fim beneficente e duradouro. O Governador entendeu aplicá-lo à educação e fez presente dele ao Senado, a quem encarregou de elaborar os Estatutos de uma escola para meninas. Na verdade e com o evoluir do projecto, o dinheiro veio a ser aplicado à Escola de Instrução Primária do mesmo Senado. (Cfr. esta Cronologia…, 1847, Junho, 16).
Comerciante J. Matheson deixou 5.000 patacas espanholas
| Tempo: | Dinastia Ming desde 1494 até 1644 |
| 1643 |
| Fonte: | Beatriz Basto da Silva, Cronologia da História de Macau, Macau, Livros do Oriente, vol. I, 3.ª ed., 2015, pp. 152-153. ISBN 978-99937-866-8-9. |
| Idioma: | Português |
| Identificador: | t0010669 |
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