
Informações relevantes
Data de atualização: 2019/08/04
Surgimento e mudança da Ribeira Lin Kai de San Kio
Macau e a Rota da Seda: “Macau nos Mapas Antigos” Série de Conhecimentos (I)
Escravo Negro de Macau que Podia Viver no Fundo da Água
Que tipo de país é a China ? O que disseram os primeiros portugueses aqui chegados sobre a China, 1515

Data de atualização: 2019/08/04
Nos séculos XVI e XVII, o vinho chinês das províncias do sul era obtido, normalmente, pela fermentação do arroz, noutras regiões era feito a partir da cevada ou de frutos. O jesuíta Álvaro Semedo refere: “Não fazem com elas [as uvas] vinho, senão com a cevada e arroz, nas regiões do norte, onde fazem- no ainda com maçãs, e com arroz só nas do sul, se bem que este arroz não seja o comum, mas de uma certa espécie, que somente serve para fabricar o licor, preparado de diversas formas […]. O vinho comum do povo, se bem que embriaga, é de pouco vigor e duração. Fazem-no todo o ano, mas o melhor só no Inverno. É agradabilíssimo à vista, por sua cor; para o olfacto pelo seu cheiro; para o paladar, pelo seu gosto”. Semedo refere o facto de a sociedade chinesa ser mais tolerante para os ébrios, ao dizer que o vinho era tomado em todas as “ocasiões de grande entusiasmo, nas quais não faltam ébrios, mas sem o duro tributo da vergonha, porque não o puseram em tal consideração. No Verão e no Inverno bebem-no sempre quente”. Para Gaspar da Cruz o vinho da China “é melhor que em todas as partes da Índia”. Quanto ao vinho feito a partir das uvas, como na Europa, ele começou a ser produzido em algumas residências jesuítas na China, como na de Shanxi, sendo considerado de boa qualidade e inclusive distribuído “se prepara não somente o bastante para as missas como enviam-no ainda o suficiente para as residências [jesuítas] mais vizinhas”, como escreve Semedo. O alcoól foi um dos monopólios estatais (juntamente com o sal e o chá), possuindo uma rede de funcionários próprios responsáveis pela cobrança dos respectivos direitos. No catálogo dos produtos chineses apresentados na Exposição internacional de Paris, de 1878, encontram-se referenciadas as bebidas “aguardentes de sorgo, de arroz, de laranja, de assucar; vinhos de sorgo (com gosto de rosa, de limão ou de artemisia), amarelo de milho, de arroz (colorido ou não com ervilhas verdes ou pretas) principalmente da oryza glutinosa, e com ou sem melaço; cerveja de milho entre outras”, segundo referência colhida na revista Ta-Ssi-Yang-Kuo (Daxiyangguo 大西 洋國). Mas nem só de bebidas chinesas a cidade de Macau se abastece. De Portugal, via Goa, como escrevia Pedro de Baeza, são importadas “150 a 200 pipas de vinho, e cerca de outras 6 pipas de azeite, azeitonas e alcaparras. É espantoso ver como isto se vende tão barato em Macau, vendo que é trazido de Espanha para Goa, e dai para a China, uma distância de mais de mil léguas. O que mais me surpreendeu foi ver que um quarto de vinho vale um real, que é mais ou menos o que vale em Lisboa. Uma botija de azeite a 8 ou 10 reais, ou 12 no máximo, é o que vale em Macau, quando vem de Espanha a 5, 6 ou 8 pesos a talha, contando 8 reais por cada peso, e um quartilho de vinho por 4 reais é baratíssimo. Os portugueses dizem que só querem garantir o capital para investir na China, que o seu lucro provém deste investimento. […] Uma pipa de vinho em Goa vale geralmente cerca de 40 ou 50 cruzados, e os vinhos finos de muita boa qualidade cerca de 95, mas estes últimos não vão para a China. Os do primeiro preço indicado vendem-se em Macau por 80 ou 90 cruzados a pipa”. O vinagre, na China, era preparado a partir dos cereais como o arroz, a cevada ou o milho, ou de frutas: “Fazem vinagre da mesma forma que o vinho e, nas províncias ocidentais, com o milho, sendo picante e de bom sabor”, como escreve Semedo. O chá é a bebida tradicional chinesa de acompanhamento das refeições e de recepção dos convidados em qualquer casa, e que se obtém a partir das folhas da planta Camellia sinensis. O chá é conhecido, no Ocidente, sob dois nomes diferentes, de sonoridade semelhante, por um lado o Chá, e por outro o Té. Os países de língua oficial portuguesa e os próprios Árabes utilizam o vocábulo Chá (ou um seu similar), em virtude de terem sido os Portugueses, na Época Moderna, os primeiros europeus a entrarem em contacto e a divulgarem o uso desta bebida chinesa. E como os Portugueses se estabeleceram em Macau, na província de Guangdong 廣東, o nome que ouviram chamar a esta bebida foi em Cantonense, que utiliza o nome de “Tchá (Cha 茶)”. O vocábulo “Té (Cha 茶)” (ou de sonoridade similar) foi difundido pelos Holandeses e Ingleses, que o apreenderam nos seus contactos mercantis com a província do Fujian 福建, onde o dialecto Minnanhua 閩南話, pronuncia aquela bebida com uma sonoridade similar a “Té”. Em 1569, Gaspar da Cruz refere que “Qualquer pessoa ou pessoas que chegam a qualquer casa de homem limpo tem por costume oferecerem lhe em uma bandeja galante huma porcelana ou tantas quantas sam as pessoas, com huma agoa morna a que chamam cha”. Por ser muito distinta das bebidas dos europeus e portugueses, foi descrita com surpresa por viajantes portugueses, como Álvaro Semedo, que nos descreve a sua preparação: “Secam-na sob o fogo em tachos de ferro, onde se encorpa. Há muitos modos de a preparar, para a variar, sendo as folhas que ficam em cima superiores em finura às outras. […] Assim seca, lança-se na água quente, tomando cor, aroma e sabor, desagradável à primeira vez, mas com o uso, torna-se agradável, sendo frequente na China e no Japão, onde não somente serve de bebida vulgar, em lugar da água, como de regalo para os hóspedes, nas visitas, tal como o vinho nas bandas do norte”. O padre Semedo sugere, inclusive, efeitos benéficos do chá como o de evitar o surgimento da pedra nos rins: “Na realidade é saudável não sendo conhecido na China e Japão o mal da pedra nem tão pouco o conhecem de nome, donde se pode inferir ser preservativo para tal mal o uso desta bebida”. Por outro lado, não deixa de referir o seu efeito estimulante: “É igualmente certo que liberta, eficazmente, a opressão do sono a quem deseje velar, ou por necessidade ou por gosto, pois que abatendo os vapores, aligeira a cabeça sem moléstia alguma”. Os portugueses, mais uma vez, foram responsáveis por dar a conhecer e difundir o chá na Europa. O chá só foi introduzido na Holanda cerca de 1610, e como uma bebida muito dispendiosa, que os ricos mercadores gostavam de beber como tónico medicinal (estomáquico) e, mais tarde, na segunda metade do século XVII, como forma de ostentação do estatuto social de riqueza. Ainda em 1650, foi receitado por Théodore Zwinger e Johann Waldschmidt aos governantes como forma de preservar a sua saúde. Os Ingleses passaram a consumir o chá como moda imitando a corte, onde a filha do rei de Portugal, Catarina de Bragança, havia difundido esse hábito, em 1661, após o seu casamento com o rei de Inglaterra. As primeiras importações in glesas de chá, directamente da Ásia, só ocorreram em 1669-70, tendo-o comprado aos Portugueses. Em 1779, D. Francisco Inocêncio de Sousa Coutinho informa- nos das seguintes variedades de chás, que os navios portugueses deveriam trazer da China: “santo, sechin, tonhag, bohe, canfu, hyson, pico cholan, gobin, souchong e hoching e o chá chamado verde”. O chá, pela sua importância, foi um dos produtoschave para as relações com os povos mongóis nas fronteiras do norte. A China trocava o chá (sal e têxteis) pelos ansiados cavalos das estepes, que iam guarnecer o seu exército. O papel essencial do chá é revelado pelo facto de os locais determinados onde se realizavam essas trocas passarem a ser conhecidos por “mercados de chá e cavalos”. Em vários períodos históricos, o chá foi um monopólio estatal, contudo, no início do século XVI, cerca de 60 % do comércio naqueles mercados era conduzido por mercadores privados. O imposto sobre o chá estava regulado oficialmente pelo Ministério do Rendimento (Hupu [Hubu 戶部]), tendo rendido ao estado, no final do século XVIII, aproximadamente 70 mil taéis. Cerca de 1775, sabemos que o chá em caixa a bullis pagava 12% de direitos na alfândega de Macau, e em fardo a 18%. A plantação do cházeiro, durante o século XVIII, sofreu uma rápida expansão, pela bacia do rio Yangzi 揚子 e pelas províncias meridionais e litorais da China, como no Fujian e no Zhejiang 浙江, de forma a dar resposta à crescente procura europeia. A exportação de chá, por via marítima, passa de 2, 6 milhões de libras inglesas, em 1762, para 23, 3 milhões no final desse século. O chá vai ser um dos principais produtos a corporizar a revolução mercantil dos séculos XVIII-XIX, na qual a East India Compagny inglesa assume um papel dominante. De bebida exótica, o chá transforma-se, no século XIX, na bebida nacional inglesa, de forma que o consumo por cabeça foi aumentando, de 5 pounds em 1860, 6 pounds em 1880, chegando a quase 11 pounds per capita cerca de 1920. Até ao primeiro quartel do século XIX, a quase totalidade do chá consumido pelos Ingleses era importado da China. Em território português, o chá teria sido introduzido nos Açores, de onde, em 1801, o governador conde de Almada terá enviado da cidade de Angra para Lisboa “dois caixotes com estas plantas ao príncipe Regente D. João VI a seu Pedido”. No Brasil, a plantação do chá teria sido desenvolvida em 1814, no Jardim Botânico do Rio de Janeiro, com a ajuda de uma equipe de plantadores chineses, e sob iniciativa régia de D. João VI. O chá teve uma difusão em vários estados do Brasil, e a sua qualidade foi reconhecida pela Exposição Internacional de Viena de 1878, como o de segunda qualidade a nível mundial, logo após o da China, e conseguindo ficar qualificado antes do de origem japonesa.
Bebidas
Quanto às especiarias, a China era a região originária de uma das espécies de canela, Cinnamomum Cassia, nos sectores mercantis mais conhecida por Cassia lignea. A propósito da canela, Garcia da Orta, já em 1563, se referia com um razoável conhecimento à longínqua tradição de navegação chinesa no Índico e na Costa Oriental de África, para onde vendiam as suas mercadorias preciosas. O conde de Ficalho, citando alguns autores, revela-nos que a canela já era mencionada sob o nome de Kwei (Gui 桂) na obra Shen-nung Pen Tsáo King (Shennong Bencao Jing 神農本草經) [Matéria Médica] do imperador chinês Shen-nung (Shennong 神農) (cerca de 2.700 a.C.), e reforça a tese segundo a qual a primeira canela conhecida no Ocidente foi a canela chinesa. Garcia da Orta refere a utilização medicinal e também como condimento alimentar da canela: “He muy gentil mézinha pera o estomaguo, e pera tirara dor da coliqua, […] Faz o rosto vermelho, e de boa cor, tira o mao cheiro da boca, […] he saborosa e boa pera temperaremos comeres”. Era vendida em Cantão por 3 taéis o pico, e era exportada pelos Portugueses de Macau para o Japão, para Manila e América. Louis Dermigny informa-nos que a China exportava anualmente, no século XVIII, através de Cantão, cerca 5 mil picos de canela. A grande vantagem da canela da China é ser parecida à dispendiosa canela de Ceilão (de preço 3 a 4 vezes superior), pelo que os mercadores podiam misturar uma parte da chinesa, de forma a aumentar o lucro. A grande desvantagem da canela chinesa reside no seu forte cheiro, enquanto que a de Ceilão é sempre muito agradável. O gengibre (é o rizoma da planta Zingiber officinale, planta da família das Scitamineae) era uma especiaria muito apreciada em todo o Oriente, como condimento alimentar ou na confecção de drogas medicinais. Originário da Índia e Malásia, era igualmente produzido na China, em grandes quantidades, onde o célebre viajante veneziano Marco Polo encontrou muitos campos de gengibre. No Roteiro da Viagem de Vasco da Gama refere-se o preço de um quintal de gengibre de 4 cruzados, em Calecute, para 11 cruzados em Alexandria. Por ser tão lucrativo e passível de utilização quotidiana, passou a representar o segundo lugar nas especiarias trazidas para Portugal, logo após a pimenta, na primeira metade do século XVI. O gengibre branco e vermelho são o mesmo rizoma, só que depois de seco, e para preservá-lo por mais tempo nas viagens, era envolvido em argila, daí que tomasse a cor avermelhada do barro. O gengibre era especialmente sensível às difíceis condições de transporte marítimo pelo Índico e Atlântico, chegando em mau estado parte dele, pelo que o gengibre transportado, a partir de Alexandria e Beirute, pelas galés venezianas através do Mediterrâneo, chegava ao destino frequentemente em melhor estado, pelo que atingia preços mais elevados. Peter Mundy, em 1637, refere que, durante a sua estadia em Macau, vários mercadores Ingleses tinham ido a Cantão, onde tinham comprado abundante carga de gengibre. Quanto ao açúcar, já vimos que Jorge Pinto de Azevedo se referia à sua abundância como se um dilúvio benéfico da natureza tivesse bafejado a China. Bocarro refere a abundância e a grande procura dele: “pois só de asuquares carregão o lastro muitas embarcaçöes”. Cerca de 1600, a nau portuguesa transportava, de Macau ao Japão, “60 a 70 picos de açúcar branco, custando 15 mazes o pico, é vendido no Japão a 3 ou 4, 5 taéis, mas não é muito usado, porque os Japoneses preferem o amarelo. Este último custa 4 a 6 mazes em Macau, e é vendido no Japão por 4, 5 e 6 taéis o pico. É portanto um artigo muito lucrativo e o navio levará 150 a 200 picos”. Para a Índia, a nau transportava normalmente “2 ou 3 [centenas?] de picos de açúcar e o capital dobrará ou ganhar-se-á para cima de uma vez e meia”, segundo um documento da época. Semedo referiu a província de Guangdong 廣東 como uma produtora abundante de açúcar, e Peter Mundy refere-se, em 1637, às grandes potencialidades da China como produtora e exportadora de açúcar: “Uma vez que este comércio se estabeleça, somos capazes de trazer tanto açúcar que abasteça não só a Inglaterra, mas o resto da Europa; além do que, sendo levado à perfeição, será de mais valor para Vossa Magestade do que o Brasil era para os Reis de Portugal, antes dos Holandeses o terem perturbado. Também fornecerá o Achem e a India com açúcar, lugares em que renderá um lucro razoável”. Cerca de 1775 sabemos que o açúcar pagava 15% de direitos na alfandega de Macau, quer fosse em pedra ou em pó, sem referência à cor. D. Francisco Inocêncio de Sousa Coutinho escreveu, em 1779, uma “Relação do comércio em os diferentes portos da Azia” (AHU, cód. 1652), onde nos refere que o açúcar, em pedra ou em pó, era igualmente exportado para a Costa do Malabar, para o Coromandel e para Bengala (só o açúcar de pedra, de 9 e 10 taéis o pico, é referido como exportado para este porto). O açúcar é assim apresentado como um dos produtos muito lucrativos do comércio da China, podendo dar um lucro até cerca de 200% do capital investido. É interessante verificar que a capacidade produtiva de açúcar pela China é considerada, no século XVII, como ultrapassando a melhor fase produtiva do Brasil, e que as potencialidades exportadoras chinesas dariam para abastecer o mercado asiático e o europeu. Por outro lado, revela-se que o açúcar amarelo era preferido dos japoneses, permitindo auferir ainda maiores lucros aos comerciantes portugueses. Nas especiarias, predominantemente de uso alimentar, a pimenta cedo assume uma importância destacada. Visto não ser um produto de origem chinesa, e a procura do mercado consumidor ser grande, a sua importação foi garantida por um intenso comércio marítimo. Desde muito cedo que os viajantes europeus descreveram a enorme apetência mercantil chinesa por esta especiaria estrangeira. Tomé Pires refere-nos (cerca de 1515): “A principal mercadoria he pimenta, de que compraram dez juncos cada anno se tamtos la forem”. Acrescenta igualmente que os Portugueses idos de Malaca “da pimenta pagavam vimte por cento” de direitos alfandegários. O que nos revela que nessa época inicial do comércio português com a China, era ainda aplicado o método de cobrança segundo o tipo de mercadoria transportada (método que viria posteriormente a ser substituído por um pagamento fixo segundo a medição do navio, independentemente das mercadorias nele transportadas). Duarte Barbosa refere que os Chineses importam “muita pimenta da que nasce em Samatra e da que vem do Malabar […], se gasta muita na China, que vale a quinze, dezasseis cruzados o quintal e daí para cima, segundo a quantidade que vai e as terras onde a levam. Em Malaca a compram a quatro cruzados o quintal, pouco mais ou menos”. Gaspar da Cruz refere que, nos anos de 1517 a 1522, toda a pimenta de Samatra era uma grande mercadoria para a China. Um dos factores que impulsionou o importação de pimenta pela China ficou a dever-se a ter sido utilizada como forma de pagamento aos funcionários, no início da dinastia Ming 明 (tal como o sândalo). Em 1779, D. Francisco Inocêncio de Sousa Coutinho, informa-nos que a pimenta paga 5% de direitos de entrada em Macau, e que “comprase nos mesmos portos [da Costa do Malabar], custa em Talacheira o candil mouro a 130-140 rupias. É boa por ser limpa e redonda, deve estar bem seca, custumam molha-la para pesar mais. O seu preço depende da colheita e do n.º de navios vindos da China (normalmente em Março) e pesa-se por candis de Bargaré”.
Produto alimentar - Especiarias
| Tempo: | Época da República entre 1911 e 1949 |
| 1925-1941 | |
| Palavra-chave: | Alimentos |
| Criança | |
| Mulher | |
| Cuidado parental |
| Fotografia: | Catela, José Neves |
| Fonte: | José Neves Catela, Macau Memórias Reveladas, Museu de Arte de Macau, 2001, p.48. ISBN 99937-29-26-4 |
| Proprietário actual: | Fundação Macau |
| Local de depósito: | Museu de Arte de Macau |
| Fornecedor da digitalização: | Fundação Macau |
| Idioma: | Chinês |
| Inglês | |
| Português | |
| Tipo: | Fotografia |
| Preto e branco | |
| Formato das informações digitais: | TIF, 2966x4140, 35.14MB |
| Identificador: | p0000017 |
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