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Data de atualização: 2020/07/21
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No dia 20 de Setembro de 1847, Édito do Leal Senado convidando os habitantes da cidade que ainda não colocaram candeeiros na frente das suas casas a seguir o exemplo de muitos outros que já o fizeram, lembrando-lhes as vantagens da iluminação pública. Em 1849 a Rainha aprova, estabelece e manda regular a iluminação da cidade de Macau, incumbindo tais trabalhos ao Leal Senado. Com isto se aboliu a anterior postura que obrigava os chinas a trazer lanterna transitando de noite, embora o assunto não fosse pacífico, decerto por ser mais seguro, até para eles próprios, que a transportassem.
Vantagens da iluminação pública
O Batalhão Príncipe Regente foi substituído, por Decreto desta data (13 de Novembro de 1845), pelo Batalhão d’Artilharia de Primeira Linha. • Foi estabelecida, por Decreto, a Enfermaria Militar do Batalhão d’Artilharia.
Batalhão d’Artilharia de Primeira Linha
No dia 4 de Setembro de 1850, foi julgado, por sentença, o auto de vistoria e medição, procedido a requerimento do Ministério Público, do terreno das casas da Missão Lazarista Francesa, sito na Rua Central Nº. 4.
Casas da Missão Lazarista Francesa
No dia 17 de Outubro de 1846, é organizado o Batalhão Provisório de Macau (aprovado por Portaria de 12 de Março de 1847 e Decreto Régio de Dezembro de 1847), destinado a auxiliar a Forças de 1.ª Linha. Ficou no extinto Convento de S. Domingos. (Cfr. esta Cronologia…, 1847, Dezembro,10).
Organizado Batalhão Provisório de Macau
No dia 1 de Dezembro de 1898, funeral do Comandante do Grupo de Companhias de Infantaria de Macau, Coronel Porfírio Zeferino de Sousa, assassinado no Quartel de S. Francisco por um subordinado.
Funeral do Comandante do Grupo de Companhias de Infantaria de Macau
No dia 20 de Dezembro de 1848, o Governador João Maria Ferreira do Amaral ordenou o arrolamento dos chineses de Macau, para regular a polícia da terra, e obstar a entrada dos vagabundos que, aproveitando-se do fácil acesso desta cidade, vinham em grande número, andando dispersos pelas povoações chinesas de dentro da província, resultando disso vários furtos.
Arrolamento dos chineses de Macau
No dia 21 de Dezembro de 1849, o vapor Cantão da Companhia Peninsular e Oriental trouxe de Hong Kong até onde fora transportada, desde Goa, pelo vapor Malta da mesma companhia, a força expedicionária, composta de 5 oficiais e 100 praças enviada para socorrer esta cidade, por causa do assassinato do Governador João Maria Ferreira do Amaral e da tomada do Passaleão. Fica aquartelada em S. Francisco, sob o comando do Capitão António Diniz de Ayalla. Faz todo o serviço de guarnição. O uniforme é o do Regimento de Artilharia de Goa. (Cfr. Boletim Oficial de 10 de Janeiro de 1850).
Força expedicionária enviada para Macau
No dia 29 de Outubro de 1850, as Ilhas de Timor e Solor foram provisoriamente desanexadas do Governo de Macau (ao qual estiveram até aí subordinadas) com a nomeação do Conselheiro Capitão de Mar-e-Guerra, José Joaquim Lopes de Lima, para Governador dessas Ilhas e Comissário Régio das Províncias Portuguesas Ultramarinas, a fim de demarcar os limites das possessões portuguesas e holandesas naquele arquipélago. Dependeram, assim, da Metrópole entre esta data e 1851. (Cfr. esta Cronologia…, 1851, Setembro, 15). Em 1850, Timor e Solor formam Governo Autónomo.
Timor e Solor formam Governo Autónomo
No dia 24 de Setembro de 1849, o Tenente Vicente Nicolau de Mesquita é substituído no comando da Taipa pelo Alferes Caetano Gomes da Silva. Mas este morreu pouco depois, afogado, sendo substituído pelo Tenente José António da Costa, em Outubro seguinte.
Alferes Caetano Gomes da Silva toma posse do Comando da Taipa
| Tempo: | Época da República entre 1911 e 1949 |
| 07/04/1945 |
| Fonte: | Silva, Beatriz Basto da, Cronologia da História de Macau, Vol. III, Livro do Oriente, 2015, p. 279, ISBN 9789996575006 |
| Idioma: | Português |
| Identificador: | t0007727 |
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