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Data de atualização: 2020/07/21
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O rico comerciante Cipriano António Pacheco faleceu em Macau a 27 de Fevereiro de 1858. Nascido em Macau a 5 de Dezembro de 1790, é da terceira geração da família macaense 'Pacheco' de Macau, filho de Vicente Pacheco de Aguiar. É negociante, capitão de navios e proprietário de 1 acção da «Casa de Seguros de Macau». Foi tesoureiro do Leal Senado, juiz de Paz da frequesia da Sé, almotacé da Câmara em 1826 e procurador do Concelho em 1837.
Cipriano António Pacheco faleceu em Macau
Félix Feliciano da Cruz faleceu em Hong Kong a 1 de Março de 1879. Fundou a «Tipografia Feliciano» e o jornal «O Macaísta Imparcial», bi-semanal desde a sua fundação a 9 de Junho de 1836 até 5 de Julho de 1837, quando passou a ser semanal, com o sub-título de «Registo Mercantil».
Félix Feliciano da Cruz faleceu em Hong Kong
Pedro Germano Marques faleceu na Sé a 15 de Dezembro de 1874. Da 4ª geração da família macaense 'Marques' de Macau, nasceu a 21 de Abril de 1806. Escrivão da Câmara, Era dotado de grande habilidade para o desenho e foi autor do primeiro projecto para o Teatro D. Pedro V.
Pedro Germano Marques faleceu na Sé
O rico comerciante Bernardo Estevão Carneiro faleceu em Macau a 5 de Agosto de 1854. Da segunda geração da família macaense 'Carneiro' de Macau, nasceu em Selavisa a 17 de Novembro de 1785. Não se sabe em que ano veio para o Oriente, mas em 1819 já vivia em Manila, dedicando-se ao comércio. Aí residiu, pelos menos até 1831, passando então definitivamente a Macau, onde já tinha comprado em 1825 o palácio da Rua da Praia do Manduco, que fora do Barão de S. José de Porto Alegre. Foi um dos mais ricos comerciantes e proprietários do seu tempo. Exerceu por duas vezes o cargo de procurador do concelho, função em que deixou grata recordação.Era proprietário do chamado «Jardim do Carneiro», sito na Bela Vista, que sua viúva vendeu mais tarde a Cleverly Osmund para servir de Cemitério Protestante.
Bernardo Estevão Carneiro faleceu em Macau
Faleceu João Lourenço de Almeida em Macau a 4 de Setembro de 1864 (sepultado no Cemitério de S. Miguel). Da terceira geração da família macaense 'Almeida', nasceu em S. Lourenço a 29 de Maio de 1788. Foi Capitão de navios, aprovado por carta de Agosto de 1811, comandante do brigue «Elisa» (1823), do navio «Gratidão» (1825) e da escuna «Genoveva», que em 1837 viajava para Bombaim e Singapura. Irmão da Santa Casa da Misericórdia de Macau, eleito a 1 de Novembro de 1833 e almotacé da Câmara em 1834.
Faleceu João Lourenço de Almeida em Macau
No dia 13 de Dezembro de 1849, faleceu o ilustre macaense Francisco José de Paiva, Comandante do Batalhão Provisório de Macau e Cônsul em Hong Kong. Da terceira geração da família macaense 'Paiva' de Macau, tem o mesmo nome com o pai. Nasceu em S. Lourenço a 4 de Janeiro de 1801, foi rico comerciante, juiz ordinário do Senado (1831), encarregado dos Negócios Sínicos (1836) e major-comandante do Batalhão Nacional de Macau (1847). Foi o 1º cônsul geral de Portugal em Hong Kong, nomeado por carta patente de 21 de Janeiro de 1847. É patrono da 'Travessa do Paiva', ao lado nascente do Palácio do Governo.
Faleceu o ilustre macaense Francisco José de Paiva
No dia 25 de Fevereiro de 1845 faleceu Bartolomeu Barreto em Macau (S. Lourenço). Da terceira geração da família macaense 'Barreto' de Macau, nasceu em Bombaim a 21 de Julho de 1784, foi educado em Calcutá e depois passou a Macau, onde se estabeleceu como comerciante, e classificador de chá. Foi director da Casa de Seguro de Macau, que se estabeleceu novamente em 1822, e da qual tinha 9 acções. Em 1825 foi efeito almotacé da Câmara. Mandou fazer cerca de 1820 um esplêndido serviço de jantar, dito 'da Companhia das Índias', com as armas dos Barretos, plenas.
Faleceu Bartolomeu Barreto em Macau
No dia 22 de Janeiro 1848, faleceu nesta cidade com 66 anos de idade o “gracioso” poeta macaense José Baptista de Miranda e Lima, autor dos poemas “Philomena Invicta”, “Eustáquio Magnânimo”, “Desengano”, “Alectorea” ou “Poema das Galinhas” e outras produções. Da terceira geração da família macaense 'Lima' de Macau, nasceu na Sé a 10 de Novembro de 1782, foi professo rde gramática portuguesa e latina no Colégio de S. José. Foi eleito procurador do Senado em 1839 e 1844 foi eleito presidente da Assembleia Geral do Montepio Geral de Macau, acabado de instalar. Foi almotacé da Câmara em 1805 e juiz ordinário da mesma Câmara em 1830.
Faleceu o poeta macaense José Baptista de Miranda e Lima
O rico comerciante António Ferreira Batalha faleceu em Macau (S. Lourenço) a 12 de Fevereiro de 1855. Da segunda geração da família macaense 'Batalha' de Macau, nasceu na Batalha de Portugal cerca de 1785. Foi proprietário da lorcha «Nova Esperança», de pinho chinês, com 1200 picos de carga, e armada com duas peças de calibre 8 e duas peças de calibre 3, todas com seus reparos e palamenta, 6 espingardas, 5 barris de pólvora inglesa, 155 balas para os referidos calibres e 107 cates de metralha. Esa lorcha foi utilizada em 1849 para apoiar o ataque que o tenente Vicente Nicolau de Mesquita dirigiu contra o Forte de Passaleão na China.
António Ferreira Batalha faleceu em Macau
| Personagem: | Fernandes, Bernardino de Senna |
| Fernandes, Bernardino de Senna, Jr.,1867-1911 | |
| Tempo: | Época da República entre 1911 e 1949 |
| 02/03/1949 | |
| Palavra-chave: | Macaense |
| Mestiço | |
| Português |
| Fonte: | Forjaz, Jorge, Famílias Macaenses, Vol. 3, p. 547. |
| Idioma: | Português |
| Identificador: | t0008738 |
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