
Informações relevantes
Data de atualização: 2020/09/03
Surgimento e mudança da Ribeira Lin Kai de San Kio
Macau e a Rota da Seda: “Macau nos Mapas Antigos” Série de Conhecimentos (I)
Escravo Negro de Macau que Podia Viver no Fundo da Água
Que tipo de país é a China ? O que disseram os primeiros portugueses aqui chegados sobre a China, 1515

Data de atualização: 2020/09/03
João Corrêa Paes d'Assumpção faleceu em Macau (Sé) a 19 de Janeiro de 1895. Nasceu em Paço de Arcos a 4 de Maio de 1825, esteve em Macau pela 1ª vez como comissário da corveta «Infante D. Henrique», voltando novamente em 1854. Decidiu então fixar residência em Macau, onde ocupou, durante largos anos, o lugar de contador da Junta da Fazenda Pública de Macau, Timor e Solor. Foi também 1º oficial do Corpo dos Oficiais da Fazenda da Armada e inspector da Santa Casa da Misericórdia de Macau. Foi 1º e único Barão de Assumpção, título registado na Torre do Tombo a 6 de Maio de 1890. Cônsul do Brasil (1892), cavaleiro (dec. de 19.12.1865) e comendador da Ordem de Nª Srª da Conceição de Vila Viçosa (dec. de 15.11.1888), comendador da Ordem de Cristo e cavaleiro da Ordem da Corôa do Sião, e da Real Ordem do Cambodja. Em 1891, foi arrolado como um dos 40 maiores contribuintes de Macau. Era proprietário, entre outros bens, de 4 casas na Calçada do Tronco Velho (nºs 2,4,6 e 8 - residia no nº6) que, depois da sua morte, foram vendidas em 1897 à Santa Casa da Misericórdia que as demoliu passados muitos anos, construindo em seu lugar um único edifício a que deu o nome de «Edifício Caetano Soares», em memória do Dr. José Caetano Soares, médico do Hospital de S. Rafael durante mais de 20 anos.
João Corrêa Paes d'Assumpção faleceu em Macau
No dia 1 de Dezembro de 1594, falecimento de Tomé António que se encontra sepultado na igreja de Nossa Senhora da Graça, vulgo igreja de St.º Agostinho, sendo a pedra tumular da sua sepultura a mais antiga que até hoje foi encontrada em Macau.
Falecimento de Tomé António
Não houve viagem ao João em 1594, poruqe D. Francisco de Sá, o Capitão, perdeu a nau em Dacham.
Perda da nau
No dia 26 de Março de 1605, a esquadra holandesa do almirante Wijtrant Van Waryck tomou a nau St.º António, na sua torna-viagem da China, no porto de Patane (Sião). Interessante artigo recente remete-nos para outrora, ao abordar o bairro português em Ayuthaya (Sião), onde já no século XVI vivera Fernão Mendes Pinto - in Oliveira, Pedro Daniel, O Clarim, periódico de Macau, 24 de Fevereiro de 2012, p. 8.
Esquadra holandesa do almirante Wijtrant Van Waryck tomou a nau St.º António no porto de Patane (Sião)
No dia 9 de Setembro de 1607, tentativa holandesa para atacar e tomar Macau: oito navios holandeses, o Orange (capitânea), o Maurício, o Erasmo, o Eunhice, o Delft, o Pequeno Sol, o Pombinha e um iate, com uma tripulação de 551 homens e comandados pelo almirante Cornelio Metelieff, foram escorraçados das águas de Macau, por seis velas portuguesas do capitão-mor André Pessoa, tendo o inimigo perdido uma das naus e o iate. Assim se gorou a tentativa de impedir a largada da Nau do Trato para Nagasaqui. (Cfr. Pires, S. J. Padre Benjamim Videira. Taprobana e mais além … Presenças de Portugal na Ásia. Instituto Cultural de Macau. Macau, 1995, p. 234).
Tentativa holandesa para atacar e tomar Macau
Em 1603, entraram no porto de Macau duas naus e um patacho holandeses que tomaram a nau do Capitão-Mor Gonçalo Rodrigues de Sousa, cuja tripulação se encontrava em terra a fazer os preparativos para seguir para o Japão. Assim continua a série de ataques dos holandeses a Macau, repetidos em 1604, 1607, 1622 (e 1627, mas só nas águas para lá da Rada). Esta notícia é-nos repetida, com a indicação da fonte e mais alguns elementos na data seguinte. Foi tomada em Macau a nau que estava pronta com 1400 picos de seda bruta para partir da China para o Japão. Não tinha ninguém a defendê-la e o almirante holandês C. Van Veen apareceu de surpresa com as naus Nassau e Erasmus e um patacho, assenhoreando-se de tudo sem qualquer resistência. (Cfr. Pires, S. J. Padre Benjamim Videira. Taprobana e mais além … Presenças de Portugal na Ásia. Instituto Cultural de Macau. Macau, 1995, p. 233).
Tomadas as naus do Capitão-Mor Gonçalo Rodrigues de Sousa
Lourenço Maria Perreira Marques nasceu em St.º António a 7 de Setembro de 1852 e faleceu na sua casa do Largo Luís de Camões, 3 a 5 de Março de 1911. Estudou no Seminário de S. José e depois no Colégio jesuíta de Campolide em Lisboa, de onde passou para o 'King and Queen College' de Dublin, estabelecendo-se em Hong Kong, onde foi primeiramente director interino do Hospital Civil e logo depois director do Lock Hospital. Aposentou-se em 1895, depois de 16 anos de serviços. Recebeu então uma espontânea demonstração de apreço da comunidade portuguesa de Hong Kong que se reuniu a 25 de Agosto de 1895 no Club Lusitano para lhe manifestar o seu agradecimento. Voltou a Macau, onde continuou a exercer Medicina, recusando receber qualquer tipo de pagamento pelo seu trabalho privado ou oficial. É patrono da 'Rua Dr. Lourenço Pereira Marques e do 'Pátio de Lourenço Marques'.
Faleceu Lourenço Maria Pereira Marques
Em 1625, Manuel Tavares Bocarro estabelecido em Macau “para fundir nela toda a artilharia que lhe seja necessária para sua fortificação”, ficará na cidade onde se virá a destacar, social e politicamente, até c. 1672, data tida como da sua morte, já em Goa (V. Leão, Mário C. “Gentes da Índia Por Terras De Macau”. Separata do Boletim do Instituto Menezes Bragança, Nº 169. Goa, 1993). Entre 1625 e 1664, Manuel Bocarro, filho do dono da Fundição de Artilharia de Goa, funde canhões para Macau e China. (Cfr. Boxer, C.R., Estudos para a História de Macau. Séculos XVI e XVII – 1.º Tomo. Fundação Oriente. Lisboa, 1991) . V. Leão, Mário C. “Gentes da Índia Por Terras De Macau”. Separata do Boletim do Instituto Menezes Bragança, Nº 169. Goa, 1993.
Manuel Tavares Bocarro estabelecido “para fundir nela toda a artilharia ”
No dia 20 de Fevereiro de 1621, necessidade de enviar para Macau um mestre de fundição de artilharia (Cfr. N. Valdez dos Santos, “Manuel Bocarro o Grande Fundidor”, in Boletim do Museu de Estudos Marítimos, n.º 3, Macau, s/d, p. 75).V. Leão, Mário C., “Gentes da Índia Por Terras De Macau”. Separata do Boletim do Instituto Menezes Bragança, Nº 169. Goa, 1993.
Necessidade dum mestre de fundição de artilharia
| Personagem: | Rangel, Jorge António Hagerdon |
| Tempo: | Após o estabelecimento da RPC em 1949 até 1999 |
| 1983 | |
| 1984 | |
| 1985 | |
| Palavra-chave: | Macaense |
| Fonte: | Arquivo de Macau, documento n.º MNL.03.25.001.F |
| Entidade de coleção: | Arquivo de Macau |
| Fornecedor da digitalização: | Arquivo de Macau |
| Tipo: | Imagem |
| Fotografia | |
| Preto e branco | |
| Formato das informações digitais: | TIF, 1511x2000, 2.88MB |
| Identificador: | p0004138 |
Caros membros do website "Memória de Macau", olá!
Agradecemos o vosso apoio e confiança ao longo do tempo ao website de Cultura e História "Memória de Macau". A fim de otimizar a qualidade dos serviços a prestar aos membros e proteger os seus direitos e interesses, será implementada, oficialmente, uma nova versão dos "Termos e Serviços" que entrou em vigor a 28 de Abril de 2025. Por favor, leiam o texto completo da versão actualizada. O conteúdo pode ser consultado aqui:
👉 Clique aqui para tomar conhecimento da versão actualizada dos "Termos e Serviços"
Li, concordo e aceito o conteúdo actualizado dos "Termos e Serviços".
Caso tenha alguma dúvida sobre a versão atualizada, não hesite em contactar-nos.
Agradecemos o vosso contínuo apoio e confiança. O website de Cultura e História "Memória de Macau" continuará a prestar serviços aos seus membros de forma segura e conveniente.
Com os melhores cumprimentos,
Website de Cultura e História "Memória de Macau"
Data de actualização: 28 de Abril de 2025
Instruções de uso
Já tem a conta da "Memória de Macau"? Login
Comentários
Comentários (0 participação(ões), 0 comentário(s)): agradecemos que partilhasse os seus materiais e histórias (dentro de 150 palavras).