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Data de atualização: 2020/07/21
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Data de atualização: 2020/07/21
No dia 24 de Fevereiro de 1870, saíu o último número do Semanário político, O Noticiário Macaense, cuja publicação principiou em 1869.
Último número do Semanário político, O Noticiário Macaense
No dia 31 de Julho de 1927, sob direcção de Sofia Agrebom, tem início a publicação do periódico A Verdade (subtítulo: Periódico Independente), que segue até 1927, com 19 números; tem depois um período como tri-semanário, entre 4 de Outubro de 1927 e 25 de Abril de 1929, com 211 números. Liga a publicação de O Combate (anterior) a Jornal de Macau (posterior).
Publicação do periódico A Verdade
No dia 3 de Janeiro de 1824, saiu o Primeiro número do periódico Gazeta de Macao, substituto de A Abelha da China. Durou até fins de Dezembro de 1826. De periodicidade semanal, era impresso na Tipografia do Governo, a cargo do Leal Senado. O parque tipográfico veio a ser posteriormente emprestado ao Superior do Colégio de S. José, Pe. Nicolau Rodrigues Pereira de Borja. No dia 30 de Dezembro de 1826, cessou a publicação da Gazeta de Macao, lançada em 3 de Janeiro de 1824.
Primeiro número do periódico Gazeta de Macao
No dia 1 de Maio de 1833, o célebre sinólogo britânico, Dr. Robert Morrison, principiou a publicar o The Evangelist and Miscelânea Sinica que, após seis números, foi suspenso pelo governo em Agosto, a instâncias do Vigário Capitular da Diocese, o Pe. Inácio da Silva.
The Evangelist and Miscelânea Sinica
No dia 28 de Fevereiro de 1882, principiou a publicação do Semanário político, literário e noticioso O Macaense, impresso na Tipografia Popular e, depois, na Mercantil, sendo seu editor e redactor principal Manuel José Maria Gonçalves da Silva. Este Semanário terminou a sua publicação em 28 de Outubro de 1886 (com pausa de Setembro de 1884 a Junho de 1885).
Principiou a publicação de O Macaens
No dia 20 de Abril de 1892 e nos dias seguintes verifica-se em Macau uma greve. Mais uma vez a questão dos monopólios - agora do vinho chinês “liu-pun”, que fora arrematado ainda por cima a um chinês de Hong Kong. A questão foi encaminhada para resolução na Corte, em Lisboa e o Visconde de Sena Fernandes assumiu a questão do pagamento das taxas que o arrematante exigia, até vir resposta, o que de momento acalmou os ânimos.
Questão dos monopólios do vinho chinês “liu-pun”
No dia 8 de Outubro de 1863, principiou a publicar-se o semanário Ta-Ssi-Yang-Kuo, que produziu 134 números e terminou em 22 de Abril de 1866, sendo seu fundador José Gabriel Fernandes, natural de Goa, e director António Feliciano Marques Pereira. Inspirado no mesmo título, veja-se 1899, nesta Cronologia. Deste periódico eram redactores, entre outros, António Marques Pereira, José Gabriel Fernandes, Pereira Rodrigues, Castro Sampaio, Osório Cabral de Albuquerque, José da Silva e Meireles de Távora.
Primeiro número do semanário Ta-Ssi-Yang-Kuo
No dia 12 de Outubro de 1834, Apareceu o quinzenário Chronica de Macao cuja publicação terminou em 18 de Novembro de 1836. A escolha do dia recai propositadamente na data do aniversário natalício de S. Alteza Imperial o Duque de Bragança, D. Pedro de Alcântara. (Cfr. Chinese Repository, Maio 1835, Vol.III, p.535).
Apareceu o quinzenário Chronica de Macao
António Feliciano Marques Pereira faleceu em Bombaim, Índia, a 11 de Setembro de 1881. Nasceu em Lisboa a 1 de Junho de 1839, matriculou-se em 1856 na Faculdade de Direito de Coimbra, mas por motivos particulares desistiu de estudar. Regressou a Lisboa e dedicou-se ao jornalismo, entrando em 1858 para o corpo redactorial do periódico Lei e Ordem de José Bernardo da Silva Cabral, mais tarde Conde de Tomar. Nesse jornal publicou alguns romances em folhetim, ao mesmo tempo, que colaborava no Archivo Pitoresco, Revista dos Espectáculos, Revista de Lisboa, Arquivo Familiar, Illustração Luso-Brasileira, etc. Em 1859 decidiu ir para Macau, onde veio a exercer as funções de superintendente da emigração chinesa e procurador dos negócios sínicos. Em 1862 foi nomeado secretário da Missão Diplomática à Corte de Pequim. Foi o redactor do Boletim do Governo de Macau desde 20.3.1860 até Abril de 1862 e fundou o seminário Ta-ssi-yang-kuo, que se publicou de 8.10.1863 a 22.4.1866. Em 1869 demitiu-se do cargo de procurador dos negócios sínicos para poder defender-se de graves acusações que lhe fazia o jornal O Echo do Povo, que se publicava em Hong Kong. Passado pouco tempo regressou a Lisboa, com seus filhos para os educar em Portugal. Foi então nomeado cônsul de Portugal no Sião e nos Estabelecimentos do Estreito (Singapura e Malaca), sendo mais tarde transferido para as mesmas funções em Bombaim, onde faleceu. Publicou em Macau as seguintes obras: Relatório da emigração chines em Macau, 1864; Relatório das atribuições da procuratura dos negócios sínicos da cidade de Macau, 1867; As Ephemerides comemorativas da história de Macau, 1868; As alfândegas chinesas de Macau, 1870; O Padroado Português na China, 1873.
António Feliciano Marques Pereira faleceu em Bombaim
| Personagem: | Fernandes, João Gregório |
| Silva, Piedade Pacheco e | |
| Lopes, Joas | |
| Vidigal, Bernardo da Silva | |
| Tempo: | Época da República entre 1911 e 1949 |
| 06/09/1928 | |
| 31/03/1929 | |
| Palavra-chave: | Revista |
| Ideia Nova (Jornal) |
| Fonte: | Silva, Beatriz Basto da, Cronologia da História de Macau, Vol. III, Livro do Oriente, 2015, p. 209, ISBN 9789996575006 |
| Idioma: | Português |
| Identificador: | t0006034 |
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