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Data de atualização: 2020/09/03
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Data de atualização: 2020/09/03
No dia 24 de Fevereiro de 1730, a festa de S. Matias, é consagrado em Cantão, na Igreja dos Padres Franciscanos, o dominicano Pedro Mártir Sanz Y Jorda com o título de Mauricastro; foi sagrante o franciscano português Frei Manuel de Jesus Maria José, Bispo de Nanquim, sendo assistentes D. João do Casal, Bispo de Macau e D. Frei Francisco da Purificação, agostiniano, Bispo de Pequim. Em 1732, Pedro Sanz foi desterrado para Macau onde viveu 6 anos no Convento de S. Domingos. Partiu daqui para a missão da China, sendo preso em 30 de Junho de 1746 nos arredores de Moyang e levado a Fuchau, metrópole da província, onde, depois de tolerar fomes, bofetadas e outros tormentos, foi degolado pela Fé em 26 de Maio de 1747. Foi beatificado por Leão XIII, a 18 de Abril de 1893.
Consagrado em Cantão o dominicano Pedro Mártir Sanz Y Jorda
No dia 18 de Julho de 1847, o Sendo Bispo da Diocese D. Jerónimo José da Mata, foi fundada em Macau a Arquiconfraria do Imaculado Coração de Maria, na Paróquia de Santo António. O 1.º Centenário foi solenemente lembrado em 15 de Abril de 1947, sendo pároco o Padre José António Augusto Monteiro. Ao longo dos primeiros 100 anos inscreveram-se, segundo o livro do catálogo,1691 associados. (Cfr. esta Cronologia…, 1947).
Fundada Arquiconfraria do Imaculado Coração de Maria em Macau
No dia 14 de Agosto de 1723, morreu em Pequim o Pe. João Francisco Cardoso, grande sábio e artista jesuíta, autor de um altar que o Imperador K’ang-hsi lhe encomendou.
Morreu em Pequim o Pe. João Francisco Cardoso
No dia 23 de Setembro de 1720, chegou, na nau Rainha dos Anjos, Carlos Ambrósio Mezzabarba, Patriarca de Alexandria e Legado do Papa. Esta nau regressou, em vésperas do Natal de 1721, mas viria a arder ao largo do Rio de Janeiro em 1722 (16 de Junho), e com ela o precioso presente do Imperador da China para o Rei de Portugal, (cfr. Silva, Beatriz Basto da. Cronologia da História de Macau. Macau, Livros do Oriente, vol. I, 3.ª ed., 2015.1721, Maio, 6).
Patriarca de Alexandria e Legado do Papa
No dia 18 de Setembro de 1719, pela Constituição Ex illa die, Clemente XI nomeou Visitador apostólico e legado a latere para as Missões do Extremo Oriente Carlos Ambrósio Melchior Mezzabarba, que partiu de Roma a 4 de Outubro e de Génova a 21 de Novembro para Lisboa, onde se demorou até Março de 1720.
Visitador apostólico
No dia 18 de Março de 1734, sendo ainda vivo D. João do Casal, partiu o Bispo D. Fr. Eugénio para Cantão em companhia do Bispo de Nanquim e embarcaram neste dia num dos navios franceses para a Europa.
Partiu o Bispo D. Fr. Eugénio para Cantão
No dia 14 de Março de 1742, D. Fr. Hilário de Santa Rosa, O.F.M., embarca em Lisboa na fragata S. Pedro e S. João, de que era Capitão de mar-e-guerra João Pereira de Carvalho. Vinham na mesma fragata 4 jesuítas (um deles o famoso Pe. Montanha) e 2 franciscanos. Os 2 franciscanos eram Fr. Albino de Assunção e Fr. José de Jesus Maria; este, nos poucos anos que aqui se demorou (1742-1746), escreveu a preciosa obra Azia Sinica e Japonica, que C.R. Boxer publicou com anotações, em 2 vols. e de que nos vimos socorrendo neste trabalho. Cfr. História Breve dos Bispos da Diocese de Macau, 1576 – 2006. Ed. do Paço Episcopal. RAEM, 2006.)
D. Fr. Hilário de Santa Rosa, O.F.M., embarca em Lisboa
No dia 10 de Fevereiro de 1751, o Senado concede licença ao seu tesoureiro, Manuel Fernandes, para ir ao Tonquim como piloto do barco S. Paulo dos jesuítas; o S. Paulo partiu, levando os seguintes missionários jesuítas: Bento Ferreira (português), Jácome Simonelli (italiano), e três alemães: José Keyser, João Hope e Simão Hope. Desta viagem não resultou “proveito nenhum, nem ao Espiritual, nem ao temporal: pois veio a dita Embarcação para esta Cidade com as fazendas, que desta Cidade levaram para vender no Reino de Tonquim, não trazendo nenhumas do dito Reino, mas antes vieram os oficiais da dita Chalupa, Cap. Manuel Fernandes Salgado e piloto Manuel Fernandes, bem aperriados, e arruinados, e deram graças a Deus o escapar com as suas vidas”. Outro termo do Senado, de 4 de Dezembro de 1751, conclui: “A embarcação de Tonquim, que os padres da Companhia pretendiam fosse à custa do Senado com Embaixada, Sagoate e outras despesas extraordinárias a fim de seus interesses, e da Missão, foi com efeito por conta dos ditos Padres com cabedal seu e de particulares; e o resultado foi achar-se falsa a Chapa ou Chapas que o Rei mandou a Macau aos Padres, em que lhes pedia Barco e Padres; e voltaram as fazendas e os Padres, que pretendiam ficar públicos: ficaram alguns ocultos e um voltou”.
Senado concede licença ao seu tesoureiro, Manuel Fernandes
No dia 7 de Fevereiro de 1751, chegou carta de Lisboa do Bispo de Macau D. Fr. Hilário de St.ª Rosa, dizendo que ainda não tinha conseguido audiência do Rei, para lhe pedir, em nome da cidade, o envio dum embaixador à China e expor a situação precária em que se encontrava Macau, solicitando ao mesmo tempo a remessa duma letra para as suas despesas.
Envio dum embaixador à China
| Personagem: | Xavier, Francisco, 1506-1552 |
| Tempo: | Após o estabelecimento da RPC em 1949 até 1999 |
| 1989 | |
| Palavra-chave: | Religião |
| Catolicismo | |
| Lápide |
| Fonte: | Arquivo de Macau, documento n.º MNL.05.30.044.F |
| Entidade de coleção: | Arquivo de Macau |
| Fornecedor da digitalização: | Arquivo de Macau |
| Tipo: | Imagem |
| Fotografia | |
| A cores | |
| Formato das informações digitais: | TIF, 1396x2000, 7.99MB |
| Identificador: | p0004217 |
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