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Data de atualização: 2020/09/04
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Data de atualização: 2020/09/04
No dia 31 de Agosto de 1724, o novo Governador de Timor, António Moniz de Macedo, chegou a Macau a bordo da chalupa de Pedro Rodrigues, indo substituir António de Albuquerque Coelho (1722- -1725). Na mesma chalupa vinha o novo Governador de Macau, António Carneiro Alcáçova. O Senado aproveitou-se da estada aqui do Governador de Timor para discutir com ele os direitos da alfândega de Timor. O Senado convoca um Conselho Geral a 12 de Outubro, que se propõe pactuar com o novo Governador de Timor, consignando-lhe 300 picos de sândalo determinados pelo Vice-Rei da Índia no barco de Macau, com a condição “de não consentir chalupas que extraviem sândalo para outras partes” e de estabelecer o preço de 50 a 60 pardaus pelo bar de sândalo; quanto aos 300 picos se tirem “do monte alvitrado da carga do barco”. O sândalo foi durante muitíssimos anos de importância primordial para Macau, pois “com o procedido dele se acode a paga da infantaria do presidio e outras despesas da Fazenda Real”, segundo dizia em 1674 o V. Rei Furtado.
Direitos da alfândega de Timor
No dia 20 de Julho de 1670, chegou de Goa o novo Capitão-Geral e Governador de Macau, Manuel Borges da Silva. Iria governar até 1672. De 1670 a 1672 é Capitão-Mor de Macau João Borges da Silva, que põe termo à aproximação comercial com Batávia (alegando que criaram más relações com as autoridades chineses). No seu tempo o Capitão teve pela frente o conflito entre os jesuítas e o Senado, que mais não eram do que o ponto de vista da Companhia, a longo prazo, e o da Cidade de Macau, que não foi defendida, concretamente, na Embaixada de Saldanha. Cabe também lembrar, no seu governo, o desempenho de Bento Faria, que, em Goa sugeriu a oferta de um leão ao Imperador da China, quando houvesse novo contacto. V. Governadores De Macau, Coordenação de Jorge Santos Alves e António Vasconcelos de Saldanha. Investigação e textos de Paulo Sousa Pinto, António Martins do Vale, Teresa Lopes da Silva e Alfredo Gomes Dias. Editora Livros do Oriente, Portugal, 2013, pp. 52-53.
Chegou de Goa o novo Capitão-Geral e Governador de Macau, Manuel Borges da Silva
No dia 10 de Fevereiro de 1859, assinatura em Bangkok do “Tratado de Amizade, Comércio e Navegação entre Portugal e Sião”, negociado pelo Governador de Macau, Isidoro Francisco Guimarães, Visconde da Praia Grande.
“Tratado de Amizade, Comércio e Navegação entre Portugal e Sião”
No dia 16 de Outubro de 1723, aos mercadores só era permitido mandar alternadamente os barcos a Batávia ou a Manila, pois aos chinas eram proibidas essas viagens. Como foi levantada essa proibição, permitem-se as viagens dos barcos portugueses sem restrição alguma. K’ang-hsi proibira essas viagens aos chinas e eles mandavam as suas fazendas nos barcos portugueses; mas seu filho Yung Cheng levantou-lhes essa proibição.
Proibição levantada
No dia 12 de Novembro de 1889, é publicado no Boletim da Província o Relatório da Comissão nomeada para estudar as causas da decadência da navegação costeira para Macau, assinado pelo Presidente da referida Comissão, António Joaquim Basto.
Relatório da Comissão nomeada para estudar as causas da decadência da navegação costeira para Macau
De 1672 a 1676 é Capitão-Mor de Macau António Barbosa Lobo. No seu tempo procura-se reanimar as viagens comerciais com Manila, Solor, Timor e Larantuca, por conta da Fazenda Real, sendo entregue a administração das viagens a uma junta de notáveis macaenses. Até holandeses e navios chineses de longo curso fundearam na rada de Macau, bem como ingleses. António Barbosa Lobo reorganizou militarmente Macau com o rédito das viagens, embora tenha enfrentado, no fim do seu mandato, oposição do Senado. V. Governadores de Macau, Coordenação de Jorge Santos Alves e António Vasconcelos de Saldanha. Investigação e textos de Paulo Sousa Pinto, António Martins do Vale, Teresa Lopes da Silva e Alfredo Gomes Dias. Editora Livros do Oriente, Portugal, 2013, pp. 54-55.
António Barbosa Lobo toma posse como Capitão-Mor de Macau
No dia 11 de Maio de 1719, Fr. António dos Prazeres, sobrinho do Marquês de Angeja e de D. Rodrigo da Costa, incumbido no seu regresso a Lisboa de alcançar vários benefícios, escreveu ao Senado, anunciando que conseguira: o envio de 120 armas, 300 barris de pólvora e 50 soldados; a nomeação dum embaixador à China, na pessoa de D. Francisco de Alarcão, por ele indicado, e que faria a embaixada à sua custa, em vista da precária situação financeira do reino e da cidade de Macau; e a isenção do pagamento da côngrua do Bispo de Macau. Não conseguiu, porém, que o Governador de Timor fosse provido em morador de Macau.
Fr. António dos Prazeres escreveu ao Senado
No dia 23 de Abril de 1759, o inglês William Wilson, capitão do barco Pith, diz que trouxera de Madrasta uma chalupinha e pedia ao Senado licença para ela ficar em Macau, enquanto o seu navio carregava em Cantão. O Senado despachou: “pode ficar na Taipa, lugar abrigado e suficiente, aonde costumam ficar os navios das demais nações”.
O inglês pedia ao Senado licença para a sua chalupinha ficar em Macau
No dia 6 de Agosto de 1669, com carga de Jacarta (Batávia), entrou no porto de Macau um patacho holandês, que regressou em 30 de Outubro do mesmo ano. (Cfr. Pires, B. Videira, A Vida Marítima De Macau No Século XVIII, Instituto Cultural de Macau/Museu Marítimo de Macau. Colecção Documentos e Ensaios, Nº 7. Macau, 1993).
Entrou no porto de Macau um patacho holandês
| Tempo: | Dinastia Qing entre 1845 e 1911 |
| Década 1870 | |
| Palavra-chave: | Litoral |
| Arquitectura | |
| Embarcação | |
| Colina |
| Fonte: | Arquivo de Macau, documento n.ºMNL.05.12.20.Icon |
| Entidade de coleção: | Arquivo de Macau |
| Fornecedor da digitalização: | Arquivo de Macau |
| Tipo: | Imagem |
| Original da obra de arte | |
| Aguarela | |
| Formato das informações digitais: | TIF, 2000x1587, 9.08MB |
| Identificador: | p0005565 |
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